USD: R$ -- EUR: R$ -- BTC: R$ -- USD: R$ -- EUR: R$ -- BTC: R$ --
Navegando:
BNDES aprova R$ 1,72 bilhão em crédito para o Espírito Santo no 1º trimestre

BNDES aprova R$ 1,72 bilhão em crédito para o Espírito Santo no 1º trimestre


O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) aprovou R$ 1,72 bilhão em crédito para o Espírito Santo no primeiro trimestre de 2026. O volume foi 135% superior ao registrado no mesmo intervalo de 2025, quando somou R$ 733,9 milhões, segundo dados divulgados pelo banco nesta terça-feira (12).

Entre janeiro e março, a agropecuária concentrou a maior parcela das aprovações no estado, com R$ 829,6 milhões. Na sequência aparecem infraestrutura, com R$ 570 milhões, comércio e serviços, com R$ 200,3 milhões, e indústria, com R$ 124,6 milhões.

As micro, pequenas e médias empresas responderam por R$ 1,55 bilhão do total aprovado no Espírito Santo. O montante representa alta de 110,6% em relação ao mesmo período de 2025. Já os desembolsos efetivos do banco para o estado alcançaram R$ 1,07 bilhão no trimestre, avanço de 143,2% na mesma base de comparação.

Acompanhe os preços das principais commodities do agro, como soja, milho e boi, com atualização direta das principais praças do Brasil: acesse a página de cotações do Canal Rural!

No recorte de prazo mais amplo, o BNDES informou que aprovou R$ 15,72 bilhões para o Espírito Santo desde 2023. O valor supera em 392,5% o total de R$ 3,19 bilhões registrado entre 2019 e 2022. Os desembolsos também aumentaram no período, passando de R$ 3,53 bilhões para R$ 9,17 bilhões, crescimento de 159,7%.

Segundo o presidente do BNDES, Aloizio Mercadante, os recursos têm sido direcionados a frentes como agropecuária, infraestrutura, renovação de frota urbana, contenção de alagamentos e melhorias rodoviárias no estado. Entre os projetos citados estão intervenções na Grande Vitória e obras na ES-488, entre Itapemirim e Cachoeiro de Itapemirim.

No Sudeste, as aprovações do banco somaram R$ 17,75 bilhões no primeiro trimestre. Em âmbito nacional, o BNDES aprovou R$ 45,7 bilhões em crédito no período, alta de 37% sobre 2025, com destaque para infraestrutura, indústria e agropecuária.

Os números indicam ampliação do fluxo de crédito no Espírito Santo, com concentração em setores produtivos e infraestrutura. Para o estado, o avanço das aprovações e dos desembolsos tende a sustentar novos investimentos ao longo de 2026, especialmente entre produtores rurais, empresas de menor porte e projetos públicos já enquadrados pelo banco.

Fonte: agenciadenoticias.bndes.gov.br

O post BNDES aprova R$ 1,72 bilhão em crédito para o Espírito Santo no 1º trimestre apareceu primeiro em Canal Rural.



Source link

Assine nossa Newsletter

Sinta-se no campo com as notícias mais atualizadas sobre o universo do agronegócio.

Sem spam, você pode cancelar a qualquer momento.


Notícias Relacionadas

Barr diz que reduzir balanço patrimonial do Fed pode gerar concessões no sistema financeiro

O diretor do Federal Reserve (Fed) Michael Barr afirmou, nesta quarta-feira (14), que propostas para reduzir o balanço patrimonial do banco central dos Estados Unidos podem produzir efeitos contrários ao objetivo declarado. Segundo ele, parte das medidas discutidas implicaria concessões relevantes, com possível redução da resiliência do sistema bancário e maior atuação operacional do próprio Fed no mercado. A declaração foi feita em texto preparado para participação de Barr no evento Money Marketeers, da Universidade de Nova York, em Nova York. No discurso, ele afirmou que “reduzir o balanço patrimonial do Fed é o objetivo errado, e reduzir a resiliência do sistema bancário é o

Casas Bahia registra prejuízo de R$ 1,06 bilhão no 1º trimestre

O Grupo Casas Bahia informou nesta quarta-feira (14) prejuízo líquido de R$ 1,06 bilhão no primeiro trimestre de 2026. O valor representa alta de 160% em relação à perda de R$ 408 milhões registrada no mesmo período de 2025. Segundo a companhia, o resultado foi pressionado principalmente pelo ambiente de juros elevados no país e por efeitos contábeis sem impacto no caixa. Apesar da piora na linha final do balanço, a varejista apresentou crescimento operacional em receita e lucro bruto. A receita líquida somou R$ 7,41 bilhões entre janeiro e março, avanço de 6,1% na comparação anual. Já o lucro bruto alcançou R$ 2,24 bilhões,

Citi avalia que China está no caminho para cumprir meta de crescimento em 2026

A China parece estar em trajetória compatível com sua meta de crescimento para 2026, segundo relatório divulgado pelo Citi nesta quinta-feira (14). Na avaliação do banco, os sinais recentes da política econômica indicam que Pequim considera o ritmo atual de expansão suficiente, o que reduz a necessidade de adoção de novos estímulos robustos no curto prazo. O relatório do Citi, produzido por analistas do banco não identificados nominalmente no material disponível, afirma que os anúncios mais recentes das autoridades chinesas sugerem maior conforto com o desempenho da atividade. O documento não informa, porém, qual é o percentual exato da meta de crescimento mencionada para 2026.

Fórum do Sinapo realiza primeira reunião ordinária com estados e Distrito Federal em Brasília

A primeira reunião ordinária do Fórum do Sistema Nacional de Apostas (Sinapo) foi realizada na quarta-feira (13), em Brasília, com representantes de unidades federativas e coordenação da Secretaria de Prêmios e Apostas (SPA), do Ministério da Fazenda. O encontro abriu a etapa prática de funcionamento do fórum, criado em janeiro pela Portaria nº 227, com foco na articulação regulatória entre União, estados e Distrito Federal. Segundo a SPA, participaram representantes de 11 estados e do Distrito Federal. Na relação divulgada pela secretaria, Sergipe aparece citado em duplicidade, sem detalhamento adicional sobre essa divergência. Durante a reunião, os participantes conheceram ações já implementadas pelo governo federal

CPFL Energia eleva lucro líquido para R$ 1,909 bilhão no primeiro trimestre

A CPFL Energia registrou lucro líquido consolidado de R$ 1,909 bilhão no primeiro trimestre de 2026, alta de 18,2% em relação aos R$ 1,615 bilhão apurados no mesmo período de 2025. Segundo a companhia, o avanço foi impulsionado principalmente pela marcação a mercado das captações e pelo reconhecimento de créditos de Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) sobre Programa de Integração Social e Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (PIS/Cofins). O desempenho operacional mostrou menor variação. O lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) somou R$ 3,86 bilhões entre janeiro e março, avanço de 0,2% ante os R$ 3,852 bilhões

S&P Global aponta necessidade de ampliar oferta de energia durante transição

Em palestra no São Paulo Innovation Week, nesta quinta-feira (14), o diretor da S&P Global, Felipe Perez, afirmou que a transição energética global exigirá não apenas a substituição de fontes, mas também aumento da oferta total de energia. Segundo ele, a combinação entre eletrificação, uso crescente de inteligência artificial (IA) e tensões geopolíticas amplia o desafio de segurança energética nas próximas décadas. Durante o painel sobre segurança energética e geopolítica, Perez disse que fontes como solar e eólica devem ampliar a capacidade instalada, mas ainda sem volume suficiente para atender sozinhas a demanda projetada. Por isso, segundo ele, o mundo passa por “transição energética”, mas

GPA registra prejuízo líquido de R$ 1,347 bilhão no 1º trimestre de 2026

O GPA informou nesta quarta-feira (14) prejuízo líquido de R$ 1,347 bilhão nas operações continuadas no primeiro trimestre de 2026. No mesmo período de 2025, a perda havia sido de R$ 93 milhões. Segundo a companhia, o resultado foi impactado principalmente por efeitos não recorrentes e sem efeito caixa, que somaram R$ 1,014 bilhão no trimestre. De acordo com o balanço, os principais efeitos extraordinários vieram da baixa de crédito no exterior, no valor de R$ 588 milhões. A empresa também registrou baixas relacionadas a softwares, fundo de comércio, outros ativos e impairment de lojas. Sem esses eventos, o prejuízo líquido continuado ajustado teria ficado

Preços do boi gordo: arroba segue em queda com escalas mais folgadas

Foto: Wenderson Araujo/CNA O mercado físico do boi gordo volta a se deparar com queda nos preços na maioria das regiões, em um ambiente pautado pelo alongamento das escalas de abate, que hoje atendem entre sete e nove dias úteis na média nacional. De acordo com analista da consultoria Safras & Mercado Fernando Henrique Iglesias, esse avanço está associado a maior disponibilidade de gado, o que é bastante comum nesta época, marcada pelo auge da safra do boi gordo. Veja em primeira mão tudo sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no Google News! “Ao mesmo tempo, as pastagens começam a

Comissão da Câmara aprova projeto que amplia formas de assinatura eletrônica

A Comissão de Ciência, Tecnologia e Inovação da Câmara dos Deputados aprovou, nesta quinta-feira (14), um projeto de lei que amplia os meios aceitos para comprovar a autoria de documentos digitais. O texto passa a admitir ferramentas previstas na Lei das Assinaturas Eletrônicas (Lei 14.063/20), inclusive soluções que não utilizem certificados oficiais da Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira (ICP-Brasil). O colegiado aprovou o substitutivo do relator, deputado Rodrigo da Zaeli (PL-MT), ao Projeto de Lei (PL) 1195/25, de autoria do deputado Capitão Alberto Neto (PL-AM). Segundo o parecer, a proposta deixa de tratar apenas do uso de blockchain e passa a abranger outras tecnologias de

Cosan tem prejuízo de R$ 1,583 bilhão no primeiro trimestre de 2026

A Cosan encerrou o primeiro trimestre de 2026 com prejuízo de R$ 1,583 bilhão, segundo balanço divulgado nesta quarta-feira (14). O resultado negativo representa redução de 11% frente ao mesmo período de 2025. De acordo com a companhia, o desempenho foi impactado principalmente por R$ 1 bilhão relacionado ao pré-pagamento de títulos de dívida emitidos em dólar, com vencimentos em 2029, 2030 e 2031. Segundo a empresa, esse efeito foi registrado nas linhas de resultado financeiro e de imposto de renda diferido. A Cosan informou ainda que esses impactos foram mais do que compensados pela evolução do resultado das empresas investidas do grupo, embora isso