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Ibovespa fecha em queda e dólar comercial cai para R$ 4,9985

Ibovespa fecha em queda e dólar comercial cai para R$ 4,9985


O mercado financeiro encerrou esta segunda-feira (18) com queda de 0,17% no Ibovespa, aos 176.975,82 pontos, após oscilar entre máxima de 177.330 pontos e mínima de 175.811 pontos. No câmbio, o dólar comercial fechou a R$ 4,9985 na venda, com recuo de 1,37%. Os dados do dia também mostram CDI e taxa over em 14,40% ao ano, referência importante para o custo financeiro no país.

O giro financeiro do principal índice da Bolsa brasileira somou R$ 24,19 bilhões. No acumulado de 2026, o Ibovespa ainda registra alta de 9,84%, mas, no mês, apresenta retração de 5,52%. Em Nova York, o Dow Jones subiu 0,32%, aos 49.686,12 pontos, enquanto o Nasdaq caiu 0,51%, aos 26.090,73 pontos. O Ibovespa futuro terminou com baixa de 0,08%, aos 179.225 pontos.

Entre as blue chips, Petrobras PN avançou 2%, a R$ 46,38, e Petrobras ON subiu 2,3%, a R$ 51,61. Já Vale ON e Vale PNA recuaram 1,98%, ambas a R$ 81,85. MBRF SA ON fechou em queda de 3,50%, cotada a R$ 16,81.

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No câmbio, além do dólar comercial a R$ 4,9985 na venda, o dólar futuro para junho encerrou a R$ 5,0075, com baixa de 1,32%. O dólar Ptax caiu 1,11%, para R$ 5,0093 na venda. O euro comercial terminou a R$ 5,8240, com recuo de 1,1%.

Nos juros, o CDB prefixado de 30 dias ficou em 14,36% ao ano, com CDI e over em 14,40% ao ano. As taxas de capital de giro e hot money não foram informadas no fechamento divulgado.

Para o agronegócio, o câmbio mais baixo tende a alterar a referência de exportação de produtos como soja, milho, café, açúcar, carnes e celulose. Já os juros seguem como parâmetro relevante para o custo do crédito, da estocagem e do capital de giro em cooperativas, agroindústrias e propriedades rurais.

O fechamento desta segunda-feira (18) mostra um ambiente de mercado com bolsa estável em patamar elevado, queda do dólar e juros domésticos ainda altos. Sem a divulgação, no material disponível, dos fatores que explicaram os movimentos do dia, a leitura técnica imediata para o setor rural permanece concentrada no efeito do câmbio sobre a competitividade das exportações e no peso do custo financeiro sobre as operações do agro.

Fonte: Estadão Conteúdo

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