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Bolsas da Europa sobem com avanço de negociações entre EUA e Irã

Bolsas da Europa sobem com avanço de negociações entre EUA e Irã


As bolsas europeias operavam em alta na manhã desta segunda-feira (25), após sinais de avanço nas negociações entre Estados Unidos e Irã. O movimento foi acompanhado por queda de mais de 5% no petróleo Brent, que recuava para cerca de US$ 95 por barril e voltava a ficar abaixo de US$ 100. O cenário reduziu preocupações com a economia global e favoreceu ativos de risco na Europa.

Por volta de 6h25, no horário de Brasília, o índice pan-europeu Stoxx 600 subia 0,78%, a 629,97 pontos, segundo dados citados pela CNBC. Entre os setores, viagem e lazer avançava 1,8%, enquanto o segmento bancário ganhava 1,4%.

Nas principais praças, às 6h41, a Bolsa de Paris registrava alta de 1,44%, Frankfurt subia 1,39%, Milão avançava 0,99%, Madri ganhava 1,72% e Lisboa tinha valorização de 0,59%.

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O movimento ocorreu após declarações do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de que as negociações com o Irã estavam “prosseguindo de maneira ordeira e construtiva”. Autoridades regionais também indicaram a possibilidade de um acordo para encerrar a guerra e reabrir o Estreito de Ormuz, rota por onde transita cerca de 20% do petróleo mundial.

A queda do petróleo ajudou a aliviar parte da pressão sobre a perspectiva econômica internacional. Para o agronegócio, esse tipo de movimento é acompanhado de perto porque o petróleo influencia custos de combustíveis, transporte e parte do ambiente de preços da economia global. O texto de origem, porém, não apresenta estimativas específicas sobre repasses para diesel, frete ou insumos ligados ao setor agropecuário.

A liquidez dos mercados europeus também tende a ficar mais restrita nesta segunda-feira (25), em razão de feriados no Reino Unido e nos Estados Unidos, com bolsas locais fechadas.

No curto prazo, o foco do mercado permanece nas negociações geopolíticas e no comportamento do petróleo. Sem novos dados sobre combustíveis ou custos setoriais, ainda não há base técnica suficiente para medir o efeito direto sobre produtores rurais, mas a trajetória da energia segue como variável relevante para a economia e para as cadeias agroindustriais.

Fonte: Estadão Conteúdo

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