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Você conhece a macambira? Planta pode causar prejuízos ao pasto; veja como combatê-la

Você conhece a macambira? Planta pode causar prejuízos ao pasto; veja como combatê-la


Foto: Reprodução/Giro do Boi.

No quadro “Giro do Boi Responde” desta quarta-feira (10), do Giro do Boi, o pecuarista Ilmério Carvalho, de Amarante do Maranhão (MA), relatou que sua propriedade rural enfrenta uma infestação pesada de macambira, uma planta típica de regiões de poucas chuvas. Ele busca descobrir formas de combatê-la de maneira eficaz.

A resposta e o direcionamento estratégico foram fornecidos pelo engenheiro agrônomo Wagner Pires, embaixador de conteúdos sobre pastagens e consultor respeitado no país. O especialista alertou sobre os prejuízos causados pelas plantas espinhosas e apresentou um protocolo químico ideal para eliminar a praga, recuperar o capim sufocado e reestabelecer o potencial produtivo das pastagens maranhenses.

Confira:

Problemas causados pela macambira

A macambira e o caraguatá, parente próximo, pertencem à família das bromélias e atuam de forma agressiva nas áreas de pastejo. Segundo Wagner Pires, um erro comum entre pecuaristas é evitar a compra de defensivos agrícolas, optando apenas pela roçada manual ou mecânica. Ele enfatizou que roçar o pasto não elimina as plantas daninhas.

No caso específico da macambira, a roçadeira corta apenas a parte aérea temporariamente. Como a bromélia possui estruturas subterrâneas de reserva, ela rebrota rapidamente, ainda mais forte e densa. Insistir nesse manejo mecânico equivale a “enxugar gelo”, resultando em gastos recorrentes sem resolver o problema.

Orientações para controle da macambira

A macambira é resistente a produtos comuns devido à sua cutícula cerosa, que protege contra a penetração de líquidos. Para romper essa barreira, o pecuarista deve utilizar combinações robustas de herbicidas e um bom adjuvante na calda. As misturas recomendadas incluem Triclopir e Fluroxipir.

O especialista reforçou a importância de consultar um engenheiro agrônomo ou técnico credenciado antes de utilizar defensivos. Ele alerta: “Deixar a macambira tomar conta do pasto por achar o defensivo caro é aceitar perder terra produtiva para o mato espinhoso”.

Com informações de: girodoboi.canalrural.com.br.

Publicado com auxílio de inteligência artificial e revisão da Redação Canal Rural.

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