No ano, foram aposentados (retirados de circulação) 33,1 milhões de créditos de descarbonização (CBIOs) por distribuidores. Para especialista, cenário é bastante preocupante, inclusive, com salto na inadimplência
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‘Não é neste ano que vamos comer picanha barata’, diz analista sobre mercado da carne
Foto: De Bem com a Comida/reprodução A pecuária brasileira entra no segundo semestre de 2026 diante de um cenário marcado por restrições comerciais, novas exigências sanitárias e pressão sobre o consumo interno. Para Fernando Iglesias, coordenador de inteligência de mercado da Safras & Mercado, a combinação desses fatores deve manter a carne bovina em um patamar elevado de preços. “Não é esse ano que nós vamos comer picanha barata, não é em 2026 e também não é em 2027 pela questão do ciclo pecuário”, afirmou o analista durante entrevista ao Radar Rural, do Canal Rural. Segundo Iglesias, a carne bovina deve continuar ocupando um espaço















