O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) apresentou, nesta quarta-feira (10), a proposta de incluir atividades estratégicas do agronegócio brasileiro entre os setores elegíveis aos instrumentos de apoio financeiro do Programa Brasil Soberano II. O tema foi discutido em reunião com representantes do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) e do Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA). Segundo o material divulgado, a iniciativa abrange cadeias como proteína animal, bioenergia e pescados.
De acordo com o conteúdo informado, o encontro reuniu o ministro da Agricultura e Pecuária, André de Paula, o ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Márcio Elias, e o ministro da Pesca e Aquicultura, Edipo Araújo. Também participou da reunião o presidente da Associação Brasileira das Indústrias de Pescados (Abipesca), Eduardo Lobo.
Segundo a proposta apresentada, a avaliação de inclusão no programa envolve atividades ligadas à avicultura, suinocultura, bovinocultura, produção de pescados e fabricação de álcool. O material afirma que esses segmentos foram citados por sua relevância econômica, capacidade exportadora e contribuição para a segurança alimentar e energética.
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O texto divulgado informa que o Programa Brasil Soberano II tem como objetivo fortalecer a competitividade das empresas brasileiras, ampliar a resiliência das cadeias produtivas nacionais e mitigar impactos associados a transformações geopolíticas, comerciais e tecnológicas no cenário internacional.
Na reunião, também foi discutida a inclusão do setor de pescados na próxima etapa do programa. Segundo o conteúdo fornecido, essa medida foi defendida como forma de fortalecer a pesca e a aquicultura brasileira, ampliar mercados, estimular investimentos e oferecer melhores condições para produtores, indústrias e trabalhadores da cadeia produtiva.
Em declaração divulgada no material, André de Paula afirmou que as cadeias em debate têm papel estratégico para a economia brasileira, geração de empregos, exportações e segurança alimentar e energética. Já Márcio Elias disse que o pleito deverá ser considerado na revisão do Programa Brasil Soberano.
O material original não informa prazos para decisão, volume de recursos, critérios de elegibilidade ou data de eventual implementação das mudanças propostas.
Até o momento, a proposta apresentada trata da avaliação de inclusão dessas cadeias no Programa Brasil Soberano II. O conteúdo divulgado não detalha valores, etapas operacionais nem impactos diretos por segmento.
Fonte: gov.br
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