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IPCA-15 sobe menos do que o projetado em junho ante maio

IPCA-15 sobe menos do que o projetado em junho ante maio


O Indice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo-15 (IPCA-15) subiu 0,26% em junho na comparação com maio, 0,1 ponto percentual (p.p.) abaixo da taxa registrada no quinto mês do ano (0,36%). As informações foram divulgadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O acumulado no ano ficou em 3,06%, enquanto o acumulado em 12 meses foi de 5,27%. Em junho de 2024, o IPCA-15 havia registrado alta de 0,39%. Tanto o resultado mensal quanto o acumulado de 12 meses ficaram abaixo das projeções de +0,30% e +5,31%, respectivamente, medidas pelo Termômetro Safras.

Dos nove grupos de produtos e serviços pesquisados, sete tiveram alta em junho. A maior variação e o maior impacto vieram de Habitação (1,08% e 0,16 p.p.), seguido de Vestuário com 0,51%. O grupo Alimentação e bebidas, após nove meses consecutivos de alta, apresentou recuo de 0,02%, assim como Educação. Os demais grupos oscilaram entre o 0,02% de Comunicação e o 0,29% de Saúde e cuidados pessoais.

No grupo Habitação (1,08%), destaca-se a energia elétrica residencial (3,29% e 0,13 p.p.), principal impacto individual no índice. Em junho, passou a vigorar a bandeira tarifária vermelha patamar 1, com a cobrança adicional de R$4,46 a cada 100kwh consumidos.

Além disso, foram apropriados os seguintes reajustes tarifários: 7,36% em Belo Horizonte (6,82%), a partir de 28 de maio; 3,33% em Recife (4,58%), a partir de 29 de abril; 2,07% em Salvador (2,30%), a partir de 22 de abril; e redução de 1,68% na tarifa em Fortaleza (3,53%), a partir de 22 de abril. Ainda em Habitação, a taxa de água e esgoto (0,94%) incorpora os seguintes reajustes: 9,88% em Brasília (4,43%), a partir de 1º de junho; 3,83% em Curitiba (3,70%), a partir de 17 de maio 9,98% em Recife (3,33%), a partir de 26 de abril e 6,58% em uma das concessionárias em Porto Alegre (1,95%), a partir de 4 de maio. O gás encanado (0,13%) teve reajuste médio de 0,77% no Rio de



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