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Hábito do produtor no final de ciclo prejudica produtividade do milho safrinha

Hábito do produtor no final de ciclo prejudica produtividade do milho safrinha

Diminuir os cuidados nutricionais nessa fase deixa a planta desprotegida contra o estresse climático e afeta a lucratividade do agricultor | Divulgação
Da Redação

Na reta final do ciclo do milho safrinha, o desenvolvimento da espiga define a rentabilidade da safra. Nesse cenário, um hábito comum no campo coloca o potencial produtivo em risco: o agricultor costuma reduzir os investimentos na nutrição da planta ao se aproximar da fase reprodutiva e do enchimento de grãos, fazendo com que a produtividade caia de forma silenciosa.

Enquanto esse comportamento ainda se faz muito presente no setor, fatores como o excesso de luz, a falta de água e o ataque de pragas continuam atuando na cultura até o último momento.

O gerente de Desenvolvimento de Mercado e Produtos da Fortgreen no Brasil e Paraguai, João Vidotto, que também é especialista em Ecofisiologia de Cultivos e mestrando em Produção Vegetal, conta que o produtor costuma achar que aplicar soluções para mitigar o estresse no final do cultivo não terá tanto efeito. “A realidade é que a cultura continua passando pelos mesmos desafios climáticos e perde muita energia”, alerta.

“Pacote” vital 

Para que a lavoura atinja o seu teto produtivo, o manejo nutricional exige um direcionamento estratégico contínuo. Em geral, a planta depende de 14 elementos químicos vitais para o seu desenvolvimento; na ausência de qualquer um deles, a cultura é penalizada.

Conforme explica Vidotto, na reta final do ciclo, os produtores que optam por investir na lavoura acabam focando quase exclusivamente na complementação de potássio. “No entanto, o fornecimento adequado de elementos como enxofre, boro e magnésio também é decisivo nesta etapa e entrega grandes respostas no campo, garantindo que os fotoassimilados (compostos resultantes da fotossíntese) cheguem à espiga”, explica.

Estresse na agricultura

Em paralelo ao “pacote” vital para a sobrevivência, a agricultura avançada adota o uso de elementos benéficos para blindar a lavoura contra o clima em todas as fases, incluindo a reprodutiva. “Existem elementos químicos que não são nutrientes essenciais, mas oferecem um forte efeito aditivo, como é o caso do Selênio e outros elementos. Sem eles a planta consegue fechar o ciclo e produzir; mas, com eles, acaba produzindo ainda mais”, detalha o especialista.

Ferramentas focadas na mitigação de estresse, como o fertilizante SelênionSD, mostram que o manejo no final do ciclo entrega alta rentabilidade. Desenvolvido para a fase de enchimento de grãos, quando o Potássio exerce papel determinante, a solução entrega uma formulação que associa esse macronutriente a enxofre, magnésio, boro e selênio. Essa combinação proporciona ganhos médios de até 30% na resposta à adubação complementar para essa fase, em comparação à complementação com potássio isolado, conforme demonstram estudos da área.

Com o sistema de defesa fortalecido, a planta consegue focar a sua energia no peso e na qualidade da colheita. “O uso constante da tecnologia antioxidante transforma a etapa de enchimento em um diferencial competitivo e assegura que as intempéries invisíveis não roubem o resultado construído ao longo de toda a safra”, finaliza Vidotto.

Sobre a Fortgreen

Há mais de 20 anos, a Fortgreen se dedica a transformar a agricultura por meio de soluções inovadoras em nutrição e tecnologia de aplicação. Presente em sete países (Brasil, Paraguai, Bolívia, Colômbia, Romênia, Reino Unido e Polônia), a empresa se destaca pelo desenvolvimento de tecnologias de ponta e pelo suporte técnico altamente especializado.

Desde 2019 faz parte do Grupo Origin Enterprises PLC, fortalecendo o compromisso com pessoas, pesquisa, inovação e qualidade para atender às demandas do campo com excelência.

A infraestrutura conta com um moderno parque fabril de 10 mil m² em Paiçandu (PR) e de 6,3 mil m² em Varginha (MG), além de centros de distribuição estratégicos em todo o Brasil, garantindo eficiência e proximidade com o produtor rural.

Saiba mais em www.fortgreen.com.br

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