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Paraná libera R$ 442 milhões para obras em municípios e estradas rurais

Paraná libera R$ 442 milhões para obras em municípios e estradas rurais


O governo do Paraná anunciou nesta terça-feira (19) a liberação de aproximadamente R$ 442 milhões para obras em 10 municípios do estado. Entre as ações previstas estão investimentos em infraestrutura urbana e rural, saúde, mobilidade e desenvolvimento regional. No recorte de interesse do setor produtivo, o pacote inclui pavimentação de estradas rurais em diferentes regiões, com projetos em fases de homologação, licitação, execução e conclusão.

Segundo o governo estadual, parte relevante dos recursos será direcionada a vias rurais, com foco em trechos usados pela população do interior e pela circulação local. A medida alcança municípios das regiões Noroeste, Norte, Norte Pioneiro, Oeste, Centro-Sul e Sudoeste.

O maior volume foi destinado a Planalto, no Sudoeste, com R$ 84 milhões. Entre as obras listadas está a pavimentação de 6,9 quilômetros entre a Linha Bico da Anta e a Linha São José do Barra Grande. Palmas, no Centro-Sul, recebeu R$ 75 milhões, incluindo R$ 15,9 milhões para a pavimentação de 10 quilômetros da Estrada Fundo Grande.

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Em Marumbi, na região Norte, o pacote soma R$ 68 milhões e prevê obras como 18,8 quilômetros da Estrada Municipal do Borba, já em execução, além de 5,8 quilômetros da Estrada Rural do Mangolim e outros acessos. Floraí, no Noroeste, teve R$ 65 milhões liberados, com destaque para R$ 16,4 milhões na Estrada Rural Paranhos, com 7,5 quilômetros.

Mangueirinha terá R$ 59 milhões, com mais de 10 quilômetros de melhorias em estradas rurais como Barra do Covó, Linha Clara, Estrada Nardo e Estrada Euzébio/Balsa. Maripá recebeu R$ 25 milhões para 5,3 quilômetros de pavimentação rural, enquanto Marquinho terá R$ 24 milhões para 10 quilômetros da Estrada Gleba Nove. Presidente Castelo Branco contará com R$ 17 milhões para intervenções nas estradas Tupinambá e Suzana/Turiaçu.

Para o setor agropecuário, a pavimentação de acessos rurais tende a melhorar deslocamento, reduzir custos operacionais de transporte e dar mais previsibilidade ao escoamento da produção. O governo, no entanto, não detalhou no anúncio o cronograma completo de execução nem a participação específica de cada obra na logística agroindustrial.

O avanço das obras e o efeito prático sobre produtores e cadeias locais dependerão da execução dos projetos já liberados e da conclusão das etapas de licitação e homologação. Até o momento, as informações oficiais disponíveis destacam valores e extensões de trechos, mas não apresentam estimativa consolidada de impacto logístico para a produção agropecuária.

Fonte: agricultura.pr.gov.br

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