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Ministro cita R$ 240 bilhões contratados em obras rodoviárias em três anos

Ministro cita R$ 240 bilhões contratados em obras rodoviárias em três anos


O ministro dos Transportes, George Santoro, afirmou nesta quinta-feira (22), no Guarujá (SP), que foram contratados R$ 240 bilhões em investimentos em obras rodoviárias nos últimos três anos. Segundo ele, os contratos firmados no período já estão em execução ou em fase de maturação, com prazo de até três anos. A declaração foi dada durante participação em fórum promovido pela Esfera.

Santoro disse que o volume contratado reflete a estruturação de projetos e um ambiente regulatório voltado à atração de investidores privados. Como exemplo, citou o leilão da Rota dos Sertões, marcado para quinta-feira, descrito por ele como a 24ª licitação da atual gestão.

De acordo com o ministro, a combinação entre projetos considerados viáveis e regulação adequada tende a manter o interesse do mercado em concessões e obras de infraestrutura. O detalhamento por trecho, cronograma físico-financeiro e distribuição regional dos R$ 240 bilhões não foi apresentado no painel.

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No mesmo debate, o senador Marcos Rogério afirmou que os gargalos logísticos não impedem a produção nacional, mas elevam o custo de escoamento. A observação tem relação direta com cadeias que dependem de transporte rodoviário, como grãos, carnes, insumos e produtos industrializados de origem agropecuária.

No Brasil, a malha rodoviária tem peso central no transporte de cargas. Nesse contexto, concessões, duplicações, manutenção e recuperação de estradas influenciam o tempo de viagem, o custo do frete e o acesso a portos, armazéns e polos consumidores.

O ministro da Controladoria-Geral da União (CGU), Vinicius Marques de Carvalho, afirmou que o órgão atua na cobrança de planejamento e execução para reduzir o risco de paralisação de obras. Segundo ele, a continuidade dos projetos é parte da agenda de infraestrutura de longo prazo do país.

Para o setor agropecuário, os efeitos práticos desses contratos dependerão da execução dos empreendimentos, da localização dos trechos atendidos e da integração com corredores logísticos de exportação. Sem a relação detalhada das obras e dos prazos individuais, ainda não é possível medir de forma precisa o alcance de cada investimento sobre as cadeias produtivas.

Fonte: Estadão Conteúdo

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