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Rio Grande do Sul completa cinco anos com status de área livre de aftosa sem vacinação

Rio Grande do Sul completa cinco anos com status de área livre de aftosa sem vacinação


O Rio Grande do Sul completa, nesta quinta-feira (27), cinco anos do reconhecimento internacional como área livre de febre aftosa sem vacinação. O certificado foi oficializado em 27 de maio de 2021, no início da 88ª Assembleia Geral da Organização Mundial de Saúde Animal (OMSA). O status sanitário é um dos principais referenciais para a defesa agropecuária e para a inserção da carne gaúcha no mercado internacional.

Segundo a Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação do Rio Grande do Sul (Seapi), o reconhecimento resultou de um processo técnico conduzido pelo Serviço Veterinário Oficial em articulação com entidades do setor e produtores rurais. A certificação retirou a necessidade de vacinação sistemática contra a febre aftosa, mas ampliou a exigência de vigilância, controle de trânsito animal e resposta rápida a eventuais suspeitas sanitárias.

A diretora do Departamento de Vigilância e Defesa Sanitária Animal da Seapi, Rosane Collares, afirmou que a manutenção do status depende de monitoramento contínuo e da integração com a cadeia produtiva. De acordo com a secretaria, o trabalho nos últimos cinco anos concentrou esforços em ações permanentes de fiscalização, acompanhamento sanitário e fortalecimento do sistema de defesa agropecuária.

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Do ponto de vista técnico, o reconhecimento internacional tem peso sobre a competitividade da pecuária porque atende a exigências sanitárias observadas por compradores externos e por mercados de maior valor agregado. Esse tipo de certificação também reforça a rastreabilidade e os protocolos exigidos na movimentação de animais e produtos de origem animal.

O material divulgado não informa números atualizados de exportação, variação de preços ou mercados específicos abertos após 2021. Ainda assim, a manutenção do status sanitário é tratada pelo setor como uma condição estratégica para preservar a credibilidade da produção pecuária gaúcha.

A continuidade desse reconhecimento internacional depende da execução regular das medidas de vigilância sanitária e da cooperação entre poder público e produtores. Sem esse monitoramento, não há base técnica para sustentar o status obtido junto à OMSA.

Fonte: agricultura.rs.gov.br

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