O mercado físico do boi gordo apresenta manutenção do padrão das negociações em grande parte do país.
O analista da consultoria Safras & Mercado Fernando Henrique Iglesias ressalta que os frigoríficos de maior porte ainda desfrutam de uma posição mais confortável em suas escalas de abate, enquanto as indústrias de menor porte apresentam maiores dificuldades.
“Este é o ponto central para o restante do mês, se haverá disponibilidade de gado nas próximas semanas que seja capaz de atender as necessidades da indústria frigorífica. A Balança Comercial divulgada semanalmente é outro fator importante para a formação dos preços”, ressaltou Iglesias.
Preços médios da arroba do boi
- São Paulo: R$ 347,58
- Goiás: R$ 336,25
- Minas Gerais: R$ 339,76
- Mato Grosso do Sul: R$ 342,61
- Mato Grosso: R$ 333,24
Mercado atacadista
O mercado atacadista confirma a tendência de queda e apresenta recuo em suas cotações. A expectativa é de menor ritmo de reposição, diante da perda de efeito da entrada dos salários na economia e do encerramento da demanda associada ao Dia dos Pais.
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“Os cortes bovinos continuam perdendo competitividade em relação às proteínas concorrentes, especialmente na comparação com a carne de frango”, disse Iglesias.
- Quarto dianteiro: R$ 21,20 por quilo, queda de R$ 0,30
- Ponta de agulha: R$ 19,70 por quilo, queda de R$ 0,30
- Quarto traseiro: segue a R$ 27,00 por quilo
Câmbio
O dólar comercial encerrou a sessão com alta de 0,57%, sendo negociado a R$ 5,2209 para venda e a R$ 5,2189 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,1733 e a máxima de R$ 5,2488. Na semana, a moeda valorizou 2,7%.
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