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Bolsas da Ásia fecham majoritariamente em alta, com recuo do petróleo e recuperação em Seul

Bolsas da Ásia fecham majoritariamente em alta, com recuo do petróleo e recuperação em Seul


As bolsas asiáticas encerraram o pregão desta quarta-feira (13) em sua maioria no campo positivo, em um ambiente de recuo do petróleo e atenção às tratativas internacionais envolvendo Estados Unidos, Irã e China. O principal destaque foi a Coreia do Sul, onde o índice Kospi avançou 2,63% e atingiu 7.844,01 pontos, após recuperar parte das perdas da sessão anterior.

Em Seul, o movimento ocorreu depois de o Kospi ter caído 2,29% no pregão anterior. Segundo o material de origem, parte do mercado voltou às compras após declarações de um integrante graduado do governo sobre eventual redistribuição de lucros extraordinários de inteligência artificial (IA) das empresas. O impacto efetivo dessas falas, porém, ainda é incerto.

Nas demais praças da região, o Nikkei, de Tóquio, subiu 0,84%, para 63.272,11 pontos. Em Hong Kong, o Hang Seng avançou 0,15%, a 26.388,44 pontos. Na China continental, o Xangai Composto ganhou 0,67%, para 4.242,57 pontos, enquanto o Shenzhen Composto teve alta de 1,55%, a 2.949,07 pontos. Na contramão, o Taiex, de Taiwan, recuou 1,25%, a 41.374,50 pontos. Na Austrália, o S&P/ASX 200 caiu 0,46%, para 8.630,40 pontos.

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No mercado de energia, o petróleo voltou a cair durante a madrugada, interrompendo três sessões seguidas de alta. O recuo ocorreu mesmo com a continuidade do impasse nas negociações relacionadas ao conflito entre Estados Unidos e Irã.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, chega nesta quarta-feira (13) à China para reunião com o líder chinês, Xi Jinping. Segundo o conteúdo informado, a pauta inclui o tema Irã e assuntos comerciais.

Para agentes de mercado, o desempenho das bolsas asiáticas e do petróleo ajuda a compor o cenário externo acompanhado por exportadores, importadores e investidores em commodities. O material de origem, no entanto, não informa efeitos diretos sobre produtos agrícolas nem identifica nominalmente analistas ou instituições consultadas.

Fonte: Estadão Conteúdo

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