As bolsas europeias encerraram o pregão desta quarta-feira (13) em alta, em meio ao monitoramento do conflito no Oriente Médio e à expectativa do mercado em torno do encontro entre o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e o presidente da China, Xi Jinping, em Pequim. O movimento também refletiu o desempenho de empresas de tecnologia e reações a balanços corporativos na Europa.
Entre os principais índices, o FTSE 100, de Londres, subiu 0,58%, aos 10.325,35 pontos. Em Frankfurt, o DAX avançou 0,61%, aos 24.101,73 pontos. O CAC 40, de Paris, ganhou 0,35%, aos 8.007,97 pontos. Em Milão, o FTSE MIB teve alta de 1,0%, aos 49.480,7 pontos. Já o Ibex 35, de Madri, e o PSI 20, de Lisboa, subiram 0,24%, aos 17.615,40 e 9.072,35 pontos, respectivamente. As cotações são preliminares.
No campo geopolítico, o mercado acompanhou novas sinalizações sobre a guerra no Oriente Médio. As Forças de Defesa de Israel (IDF) informaram estar prontas para retomar combates, enquanto o Irã condicionou nova rodada de diálogo à aceitação de cinco pontos, entre eles a soberania sobre o Estreito de Ormuz. Em relatório citado pelo mercado, o Swissquote Bank avaliou que o conflito está em “impasse”.
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Esse ambiente de incerteza teve efeito setorial misto. Papéis de defesa recuaram, como Leonardo, na Itália, com baixa de 1,07%, e Saab, na Suécia, com queda de 3,6%.
Ao mesmo tempo, a chegada de Trump a Pequim ao lado de executivos de tecnologia e semicondutores favoreceu ações ligadas ao segmento. Na Europa, BE Semiconductor, ASM International e ASML avançaram 3,4%, 4,5% e 4,2%, respectivamente. Entre os balanços, Allianz subiu 1,0%, Zurich Insurance avançou 4,5%, Deutsche Telekom ganhou 1,1% e Merck KGaA teve alta próxima de 7%.
O fechamento positivo indica que, nesta sessão, o suporte vindo de tecnologia e resultados corporativos superou a cautela com a guerra. O mercado deve seguir sensível aos próximos desdobramentos diplomáticos entre Estados Unidos e China e a eventuais mudanças no conflito no Oriente Médio, com reflexos sobre energia, comércio e ativos de risco.
Fonte: Estadão Conteúdo
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