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Brasil volta ao 3º lugar entre os países mais complexos para fazer negócios, diz TMF Group

Brasil volta ao 3º lugar entre os países mais complexos para fazer negócios, diz TMF Group


O Brasil retornou ao terceiro lugar no ranking global de complexidade para fazer negócios, segundo relatório divulgado pela consultoria TMF Group nesta terça-feira (12). O levantamento analisa 81 jurisdições sob a ótica de empresas multinacionais e considera 292 indicadores ligados a legislação, compliance, contabilidade, tributação, recursos humanos e obrigações de folha de pagamento.

Na série recente do ranking, o Brasil havia ocupado a sétima posição em 2024 e a sexta em 2025. Agora, volta ao posto registrado em 2023. Em 2022, o país chegou a liderar a lista. Nesta edição, apenas Grécia, em primeiro lugar pelo terceiro ano consecutivo, e México, em segundo, aparecem à frente do mercado brasileiro.

De acordo com a TMF Group, a complexidade no Brasil está associada principalmente ao sistema tributário com múltiplas camadas, às alterações regulatórias frequentes e à coexistência de regras em níveis federal, estadual e municipal. O relatório também cita exigências rigorosas de compliance e dificuldades operacionais em processos como instalação, registro e licenciamento de empresas.

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A consultoria afirma que a reforma tributária entrou no radar das multinacionais. Segundo a TMF Group, embora a mudança tenha potencial de simplificar processos no médio prazo, a transição das novas regras tributárias e de câmbio adiciona novas exigências de adaptação no curto prazo. O documento também aponta probabilidade de alterações adicionais, nos próximos 12 meses, em áreas como contabilidade, tributação, mercados de capitais e fundos.

Na prática, esse ambiente tende a elevar a necessidade de estrutura jurídica, fiscal e contábil local para investidores estrangeiros e empresas multinacionais. A consultoria acrescenta que a persistência de instabilidade política e econômica exige análise mais detalhada de risco antes da entrada ou expansão no país.

Por outro lado, o relatório destaca avanços na adoção de tecnologias, como assinaturas digitais e arquivamento eletrônico, que vêm reduzindo etapas manuais e pressão administrativa.

Entre as jurisdições menos complexas em 2026, a TMF Group cita Ilhas Cayman, Dinamarca e Jersey. Para o Brasil, a tendência indicada no relatório é de continuidade da complexidade regulatória, ainda que a digitalização de processos possa aliviar parte dos custos operacionais ao longo do tempo.

Fonte: Estadão Conteúdo

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