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CNA e delegação do Suriname discutem oportunidades para exportações do agro brasileiro

CNA e delegação do Suriname discutem oportunidades para exportações do agro brasileiro


A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) participou, nesta quinta-feira (28), de uma reunião com a delegação empresarial do Suriname, em Brasília, promovida pelo Ministério das Relações Exteriores. O encontro teve como foco a ampliação do diálogo comercial entre os dois países e a identificação de oportunidades para exportações do agro brasileiro, segundo informações divulgadas pela entidade.

De acordo com a CNA, a diretora adjunta de Relações Internacionais da entidade, Fernanda Maciel, representou o setor no encontro e apresentou áreas com potencial de negócios. Entre os segmentos citados estão genética, biotecnologia, insumos para nutrição animal e carnes destinadas ao processamento.

Segundo a representante, o Suriname depende da importação de alimentos, o que pode abrir espaço para maior presença de produtos brasileiros naquele mercado. Ela também apontou que o avanço da indústria de petróleo e gás no país vizinho pode estimular sua economia e criar possibilidade de fornecimento de insumos nitrogenados ao Brasil.

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Durante a reunião, a CNA informou ter destacado a abrangência do Sistema CNA/Senar e sua atuação junto a mais de 5 milhões de produtores rurais. A entidade também apresentou dados gerais sobre a agropecuária brasileira, com ênfase em produtividade, inovação, sustentabilidade e ampliação da oferta exportável.

A confederação afirmou ainda que o Brasil atualmente exporta para mais de 200 mercados, incluindo produtos de maior valor agregado, como cafés especiais, frutas, mel, castanhas e alimentos processados. No encontro, também foram discutidos temas ligados à segurança alimentar, logística, infraestrutura, integração regional, tecnologia e competitividade agropecuária.

Embora o evento tenha indicado interesse mútuo em ampliar relações comerciais, não foram informados volumes potenciais de negócios, prazos para acordos ou produtos com negociação já concluída. Assim, o estágio atual é de prospecção e diálogo institucional entre os dois lados.

Do ponto de vista técnico, a reunião sinaliza uma frente de diversificação de mercados para o agro brasileiro e uma possível aproximação em insumos e alimentos. O alcance prático para exportadores dependerá de avanços posteriores em negociações comerciais, logística e definição de demandas concretas por parte do mercado surinamês.

Fonte: cnabrasil.org.br

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