USD: R$ -- EUR: R$ -- BTC: R$ -- USD: R$ -- EUR: R$ -- BTC: R$ --
Navegando:
Fundo Amazônia lança edital de R$ 150 milhões para acesso à água em terras indígenas

Fundo Amazônia lança edital de R$ 150 milhões para acesso à água em terras indígenas


O edital Sanear Indígena foi lançado nesta quarta-feira (10), em Brasília, com previsão de destinar R$ 150 milhões do Fundo Amazônia para ampliar o acesso à água em terras indígenas do Acre, Amazonas e Pará. Segundo o material divulgado, a iniciativa atenderá 4.417 famílias, o equivalente a mais de 20,8 mil pessoas, distribuídas em 351 aldeias de 63 Terras Indígenas. O projeto também prevê ações de inclusão social e produtiva sustentável.

De acordo com o conteúdo divulgado, as instituições selecionadas pelo edital serão responsáveis por coordenar a implantação das tecnologias sociais de acesso à água. A execução ficará a cargo de instituições previamente credenciadas no Programa Nacional de Apoio à Captação de Água de Chuva e Outras Tecnologias Sociais de Acesso à Água, o Programa Cisternas, do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS).

As tecnologias previstas permitirão captar, armazenar e filtrar água para consumo humano. O texto informa ainda que a medida busca ampliar a segurança hídrica, fortalecer a produção de alimentos, melhorar as condições de vida nos territórios e apoiar modos de vida associados à proteção da floresta.

Receba no seu celular atualizações em tempo real, enquetes interativas e tudo o que impacta o dia a dia no campo: entre agora no Whatsapp do Canal Rural!

A ação integra acordo de cooperação técnica firmado em 2024 entre o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), gestor do Fundo Amazônia, e os ministérios do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA) e do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS). Segundo a divulgação, o instrumento prevê editais voltados à implantação de tecnologias sociais de acesso à água e outras ações sustentáveis para famílias rurais de baixa renda, com foco em povos e comunidades tradicionais.

Na mesma cerimônia, também foram formalizados 58 contratos de execução de restauração florestal no âmbito da iniciativa Restaura Amazônia. Conforme o material, os contratos alcançarão 77 assentamentos, 35 terras indígenas e 17 unidades de conservação. A iniciativa integra a estratégia do Arco da Restauração, com previsão de recompor cerca de 15.000 hectares de floresta nativa e gerar mais de 6 mil empregos verdes.

O conteúdo divulgado não detalha prazos de execução das obras nem a distribuição dos recursos por estado ou por território indígena.

Segundo o material oficial, o novo edital combina acesso à água, inclusão produtiva sustentável e permanência das comunidades nos territórios. A fonte informa os valores, o público atendido e a abrangência geográfica, mas não apresenta cronograma operacional nem estimativa de custo por aldeia ou família beneficiada.

Fonte: agenciadenoticias.bndes.gov.br

O post Fundo Amazônia lança edital de R$ 150 milhões para acesso à água em terras indígenas apareceu primeiro em Canal Rural.



Source link

Assine nossa Newsletter

Sinta-se no campo com as notícias mais atualizadas sobre o universo do agronegócio.

Sem spam, você pode cancelar a qualquer momento.


Notícias Relacionadas

Relatório sobre dívidas rurais avança no Senado e Eduardo Leite defende MP complementar

O governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSD), afirmou nesta quarta-feira (10) que o relatório do senador Renan Calheiros (MDB-AL) sobre a renegociação de dívidas rurais atende demandas de produtores rurais e do Ministério da Fazenda. O texto foi aprovado pelo plenário do Senado e seguirá para nova análise da Câmara. Segundo Leite, a proposta incorpora limites de enquadramento e busca direcionar os recursos a produtores com perdas comprovadas. De acordo com Leite, o relatório aprovado contempla dispositivos solicitados por produtores e também pelo Ministério da Fazenda. Entre eles, está a limitação do enquadramento a produtores que tenham comprovadas perdas em duas safras.

Senado aprova PL de dívidas rurais e Durigan cita risco de restrição de crédito ao agro

O Senado aprovou, nesta quarta-feira (10), o Projeto de Lei (PL) nº 5.122/2023, que prevê a renegociação de dívidas rurais com uso de recursos do Fundo Social do Pré-Sal. Após a votação simbólica, o ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou que a medida, se ultrapassar seus limites, poderá trazer prejuízos aos agricultores e restringir o crédito ao agronegócio. O texto foi aprovado em discordância com o governo e volta agora para a Câmara dos Deputados. Ao comentar a aprovação do projeto, Durigan disse que bancos não são obrigados a realizar as operações previstas e que isso pode levar a uma restrição de crédito para o

Durigan estima custo de R$ 140 bilhões ao Tesouro em projeto de dívidas rurais

O ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou nesta terça-feira (10), após a aprovação no Senado do projeto que prevê a renegociação de dívidas rurais com recursos do Fundo Social do Pré-Sal, que a proposta pode gerar custo de R$ 140 bilhões ao Tesouro Nacional nos próximos anos. Segundo ele, a avaliação ainda é preliminar, porque o texto final não havia sido analisado pela equipe econômica no momento da declaração. Ao comentar o projeto a jornalistas na portaria do ministério, Durigan disse que a estimativa foi feita com base no texto que estava sendo elaborado no Senado e em informações que ele próprio classificou como precárias.

Senado aprova projeto que cria mecanismos de renegociação de dívidas para produtores rurais

Crédito: Carlos Moura/Agência Senado O Senado Federal aprovou, nesta quarta-feira (10), o Projeto de Lei (PL 5122/2023), que estabelece um conjunto de medidas para apoiar produtores rurais endividados em todo o país. A proposta cria mecanismos de renegociação de dívidas e institui uma linha especial de crédito voltada à reestruturação financeira do setor agropecuário. O texto autoriza a utilização de recursos do Fundo Social do Pré-Sal e de fundos constitucionais regionais, como os do Norte e Nordeste, para viabilizar operações de alongamento e reorganização de passivos. A medida tem como objetivo ampliar a capacidade de pagamento dos produtores e reduzir os impactos do endividamento acumulado

Senado aprova projeto para renegociação de dívidas rurais

O Plenário do Senado aprovou, nesta quarta-feira (10), o projeto de lei 5122/2023, que cria mecanismos para a repactuação de dívidas de produtores rurais em todo o país. A proposta inclui uma linha especial de crédito com recursos do Fundo Social do Pré-Sal e de fundos constitucionais, especialmente para operações das regiões Norte e Nordeste. Após a votação, o texto retorna à Câmara dos Deputados. Segundo o texto aprovado, a linha especial terá juros entre 3,5% e 7,5%, de acordo com o porte do produtor. O limite será de até R$ 10 milhões por beneficiário e de até R$ 50 milhões para cooperativas e associações.

Reino Unido conclui aporte de R$ 500 milhões ao Fundo Amazônia

O Reino Unido anunciou, nesta quinta-feira (11), no Palácio do Planalto, o segundo desembolso de sua doação ao Fundo Amazônia, no valor de 40,7 milhões de libras, cerca de R$ 270 milhões. Com o novo depósito, o país completa a contribuição de 80 milhões de libras, aproximadamente R$ 500 milhões, formalizada na COP28. Segundo as informações divulgadas, o Reino Unido passa a ser o segundo maior doador do fundo, atrás apenas da Noruega. O contrato de doação foi assinado em 2023, durante a COP28. Em novembro de 2024, houve o primeiro desembolso, de 39,26 milhões de libras, equivalente a R$ 283,9 milhões. Agora, com a

Relatório sobre dívidas rurais é alterado antes de votação no Senado

O relator do projeto de renegociação de dívidas rurais, senador Renan Calheiros (MDB-AL), apresentou mudanças no texto pouco antes da votação em plenário, nesta quarta-feira (10). Segundo o material fornecido, ele manteve parte do parecer aprovado na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) e acolheu parcialmente emendas apresentadas por senadores. A proposta ainda deve ser analisada pelo plenário do Senado. As alterações foram feitas após reunião de Calheiros com o ministro Dario Durigan, em tentativa de negociação do texto. De acordo com a declaração do relator, persistiram impasses nas tratativas com a área técnica do Ministério da Fazenda. "Não tivemos, com área técnica do ministério, a

Senado ainda não tem acordo para votar projeto sobre dívidas rurais

Após reunião com o ministro da Fazenda, Dario Durigan, o senador Renan Calheiros (MDB-AL) afirmou nesta quarta-feira (10) que ainda não há acordo para a votação do Projeto de Lei nº 5.122/2023 no plenário do Senado. A proposta trata da renegociação das dívidas rurais e estava na pauta do dia. Segundo o parlamentar, relator do texto na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), ainda não havia definição sobre a deliberação da matéria até o fim do dia. Calheiros disse à imprensa, após o encontro, que Durigan é “muito receptivo, acessível”, mas que não há entendimento fechado sobre o projeto. O senador relatou ainda que não sabia

Projeto sobre dívidas rurais será votado no Senado sem acordo com a Fazenda

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), informou nesta quarta-feira (10) que não houve acordo com o governo sobre o texto do projeto de dívidas rurais. Mesmo sem consenso, o senador afirmou que a proposta será votada ainda nesta quarta-feira (10), com base no relatório já aprovado pela Comissão de Assuntos Econômicos. A declaração foi feita durante sessão do Senado. Ao anunciar a deliberação da matéria, Alcolumbre disse que houve tratativas anteriores com senadores e senadoras, mas sem convergência com o governo em relação ao texto apresentado. Segundo o presidente do Senado, a votação ocorrerá com o relatório aprovado pela Comissão de Assuntos Econômicos. Em

Mercado do boi gordo tem baixa nesta quarta-feira; confira as cotações da arroba

Foto: Secretaria de Agricultura de São Paulo O mercado físico do boi gordo encerrou a quarta-feira (10) com preços mais baixos em meio às tentativas de compra da indústria em patamares inferiores. Segundo o analista da Safras & Mercado, Fernando Henrique Iglesias, os frigoríficos seguem ajustando suas estratégias diante da perspectiva de esgotamento antecipado da cota de exportação para a China, previsto para ocorrer entre junho e julho. De acordo com o analista, o cenário tem levado à necessidade de redução dos abates, além da diminuição ou até eliminação das bonificações pagas aos animais enquadrados no padrão China. O movimento já era esperado pelo mercado,