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Instabilidade ‘toma conta’ do mercado de soja: grão sobe, cai e comercialização trava no Brasil

Instabilidade ‘toma conta’ do mercado de soja: grão sobe, cai e comercialização trava no Brasil


O mercado brasileiro de soja teve uma sexta-feira marcada por preços mistos e ritmo lento de comercialização. De acordo com o consultor da Safras & Mercado, Rafael Silveira, a volatilidade observada tanto na Bolsa de Chicago quanto no câmbio influenciou diretamente as cotações. Apenas lotes pontuais foram movimentados, com negociações voltadas principalmente à liberação de armazéns para a chegada da safrinha de milho.

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Soja no Brasil

  • Passo Fundo (RS): subiu de R$ 127,00 para R$ 130,00
  • Santa Rosa (RS): subiu de R$ 128,00 para R$ 131,00
  • Rio Grande (RS): subiu de R$ 132,00 para R$ 135,00
  • Cascavel (PR): caiu de R$ 126,00 para R$ 125,00
  • Paranaguá (PR): subiu de R$ 132,00 para R$ 134,00
  • Rondonópolis (MT): subiu de R$ 114,00 para R$ 115,00
  • Dourados (MS): manteve em R$ 118,00
  • Rio Verde (GO): subiu de R$ 114,00 para R$ 116,00

Soja em Chicago

Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) encerraram a sexta-feira com desempenho misto. Em meio à incerteza sobre o futuro mandato de biocombustíveis nos Estados Unidos, investidores optaram por cautela diante do fim de semana, o que resultou em um dia de forte volatilidade.

Após o entusiasmo inicial com a possibilidade de prorrogação dos créditos fiscais para o biodiesel nos EUA, surgiram novos temores relacionados à política energética, alimentados por rumores de que a meta de volume de diesel renovável para 2026 poderá ficar bem abaixo dos 5,25 bilhões de galões propostos por uma aliança de produtores de petróleo e biocombustíveis.

O mercado segue à espera de esclarecimentos depois que a Agência de Proteção Ambiental dos EUA (EPA) anunciou ter enviado à Casa Branca sua proposta para as futuras metas de mistura de biocombustíveis.

Contratos futuros da soja

Os contratos da soja em grão com entrega em julho fecharam com baixa de 1,25 centavo de dólar (0,11%), a US$ 10,50 por bushel. A posição novembro subiu 0,25 centavo (0,02%), a US$ 10,35 1/2 por bushel.

Nos subprodutos, o farelo para julho recuou US$ 4,50 (1,51%), a US$ 291,90 por tonelada. Já o óleo fechou a 48,93 centavos de dólar por libra-peso, com baixa de 0,39 centavo (0,79%).

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão com queda de 0,19%, cotado a R$ 5,6685 na venda e R$ 5,6665 na compra. Ao longo do dia, a moeda norte-americana oscilou entre R$ 5,6612 na mínima e R$ 5,7137 na máxima. Na semana, acumulou valorização de 0,25%.



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