USD: R$ -- EUR: R$ -- BTC: R$ -- USD: R$ -- EUR: R$ -- BTC: R$ --
Navegando:
Preços de soja têm leve ajuste no fim desta semana; confira as cotações no Brasil

Preços de soja têm leve ajuste no fim desta semana; confira as cotações no Brasil


O mercado de soja encerrou a semana com ritmo lento na comercialização. Os preços permaneceram praticamente estáveis na maioria das praças, apesar de alguns ajustes pontuais observados nesta sexta-feira (25).

  • Fique por dentro das novidades e notícias recentes sobre a soja! Participe da nossa comunidade através do link! 🌱

De acordo com a consultoria Safras & Mercado, o dia foi marcado por pouca variação tanto na Bolsa de Chicago quanto no câmbio. Como resultado, não houve grandes alterações nos preços do grão, nem nos prêmios nos portos.

O spread continua elevado, refletindo a resistência dos produtores em aceitar preços mais baixos, enquanto a indústria segue comprando de forma lenta. Os preços atuais estão acima da paridade quando se considera o custo do frete, o que faz com que a indústria adquira volumes menores, esperando uma possível queda nos valores.

Cotações de soja

  • Passo Fundo (RS): manteve em R$ 130,00
  • Santa Rosa (RS): manteve em R$ 131,00
  • Porto de Rio Grande (RS): caiu de R$ 135,50 para R$ 135,00
  • Cascavel (PR): caiu de R$ 131,00 para R$ 130,00
  • Porto de Paranaguá (PR): manteve em R$ 134,00
  • Rondonópolis (MT): manteve em R$ 116,50
  • Dourados (MS): caiu de R$ 121,00 para R$ 120,00
  • Rio Verde (GO): subiu de R$ 116,00 para R$ 116,50

Chicago

Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) encerraram a sexta-feira com preços mistos. As primeiras posições recuaram levemente, enquanto as demais apresentaram leve alta. As oscilações se mantiveram dentro de uma faixa estreita, com os investidores ajustando posições antes do final de semana e com a virada do mês se aproximando.

A semana teve desempenho positivo, com o contrato julho, o mais negociado, com alta de 2,2%. O cenário de menor aversão ao risco no mercado financeiro, a fraqueza do dólar frente a outras moedas e as expectativas de diálogo entre China e Estados Unidos, que pode suavizar os impactos da guerra comercial, sustentaram os preços.

As atenções continuam voltadas para os fatores macroeconômicos e para o clima nos Estados Unidos. Por ora, o plantio segue bem nas principais regiões produtoras, e o mercado especula sobre o tamanho da possível redução da área plantada no país, segundo maior produtor mundial de soja.

Contratos futuros de soja

Os contratos da soja em grão com entrega em maio fecharam com baixa de 3,25 centavos de dólar ou 0,30%, a US$ 10,49 3/4 por bushel. A posição julho teve cotação de US$ 10,59 1/4 por bushel, perda de 2,75 centavos ou 0,25%.

Nos subprodutos, o farelo com vencimento em julho teve alta de US$ 1,80 ou 0,6%, fechando a US$ 298,50 por tonelada. Já o óleo com vencimento em julho encerrou a 49,81 centavos de dólar por libra-peso, com baixa de 0,26 centavo ou 0,51%.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão desta sexta-feira com leve baixa de 0,07%, cotado a R$ 5,6883 para venda e a R$ 5,6863 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,6649 e a máxima de R$ 5,7074. Na semana, a desvalorização acumulada foi de 2,04%.



Source link

Assine nossa Newsletter

Sinta-se no campo com as notícias mais atualizadas sobre o universo do agronegócio.

Sem spam, você pode cancelar a qualquer momento.


Notícias Relacionadas

veja como o mercado encerrou a semana

O mercado físico do boi gordo encerra a semana em trajetória de alta, com negociações acima das referências médias em diferentes regiões do país. Segundo o analista da consultoria Safras & Mercado Fernando Henrique Iglesias, o encurtamento das escalas de abate mantém a perspectiva de novos reajustes no curto prazo, principalmente entre frigoríficos de pequeno e médio porte, que enfrentam maior dificuldade para completar suas programações. “As grandes indústrias ainda trabalham em uma posição mais confortável, amparadas por animais provenientes de contratos de parceria e pela utilização de confinamentos próprios. Mesmo com a valorização recente da arroba, os contratos futuros continuam apresentando prêmio relevante em

Programa Terra da Gente terá entregas no Pará nesta quinta-feira

O Programa Terra da Gente terá nesta quinta-feira (24) um ato de entregas em Cametá, no Pará, dentro da agenda de reforma agrária conduzida pelo governo federal. A programação prevê a criação de três novos Projetos de Assentamento Agroextrativista (PAE), atendimento a cerca de 230 famílias, anúncio de cerca de R$ 14 milhões em Crédito Instalação e entrega de Contratos de Concessão de Uso para PAEs. O evento está marcado para as 9h, na Arena Aldeia Park, Centro de Convenções, na Avenida Inácio Moura, em Cametá/PA. A agenda contará com a presença da ministra do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA), Fernanda Machiaveli. Segundo a

TRF2 manda refazer perícia sobre indenização de R$ 4,2 bilhões à usina Cambahyba

O Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF2) determinou uma nova perícia sobre os prejuízos atribuídos pela usina Cambahyba à política de preços do setor sucroalcooleiro nas décadas de 1980 e 1990. A decisão foi tomada após pedido da Advocacia-Geral da União (AGU), que contestou o pagamento de R$ 4,2 bilhões fixado pela 10ª Vara Federal do Rio de Janeiro. Segundo a AGU, a revisão foi solicitada para reverter a decisão de primeira instância que havia ordenado o pagamento da indenização à companhia. A usina Cambahyba está entre as empresas que venderam precatórios ao Banco Master. A AGU afirmou que os cálculos homologados continham erros

Fonterra eleva lucro em 142% no ano fiscal de 2026

A Fonterra, companhia de lácteos da Nova Zelândia, encerrou o ano fiscal de 2026, em 31 de julho, com lucro depois de impostos de 2,6 bilhões de dólares neozelandeses, equivalentes a US$ 1,47 bilhão. O resultado representa alta de 142% na comparação com o exercício anterior, quando o lucro foi de 1,079 bilhão de dólares neozelandeses. Segundo a companhia, o lucro operacional somou 3,4 bilhões de dólares neozelandeses, avanço de 97,6% em relação ao ano anterior. O desempenho inclui um benefício de 1,2 bilhão de dólares neozelandeses ligado à venda dos negócios globais de consumo e negócios associados, reunidos sob a marca Mainland Group, para

CNA realiza workshop para elaborar cartilha de regularidade sindical

A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) promoveu, nesta quinta-feira (24), em Brasília, o Workshop de Construção da Cartilha de Regularidade Sindical. O encontro foi realizado na sede da entidade e reuniu representantes de cinco federações de agricultura e pecuária para discutir diretrizes e contribuir com a elaboração do material. A abertura do workshop contou com a participação dos vice-presidentes da CNA, Humberto Miranda e Marcelo Bertoni. Durante o encontro, Miranda afirmou que a iniciativa busca fortalecer a base sindical e construir soluções a partir da realidade enfrentada pelos sindicatos. Segundo ele, a proposta é ouvir quem atua diretamente na ponta, conhece as

Arroba do boi gordo não para de subir: confira as cotações

O mercado físico do boi gordo mantém trajetória de valorização, com negócios realizados acima das referências médias em diferentes regiões do país. Segundo o analista da consultoria Safras & Mercado Fernando Henrique Iglesias, o encurtamento das escalas de abate reforça a perspectiva de novos ajustes positivos no curto prazo, sobretudo nas compras conduzidas por frigoríficos de pequeno e médio porte, que encontram maior dificuldade para completar suas programações. “As grandes indústrias, por outro lado, ainda operam com maior conforto, apoiadas pela oferta de animais provenientes de contratos de parceria e pela utilização de confinamentos próprios. Mesmo após os avanços recentes da arroba, o mercado futuro

Bezerro sobe mais que boi gordo e relação de troca é a pior em quase 5 anos

O aumento no preço do bezerro está pressionando as margens dos pecuaristas que trabalham com a terminação de bovinos em São Paulo. Em setembro, a relação de troca entre o boi gordo e o animal de reposição atingiu o pior patamar desde outubro de 2021, segundo levantamento do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea). Na média da parcial deste mês, até o dia 22, são necessárias 9,7 arrobas de boi gordo paulista para comprar um bezerro em Mato Grosso do Sul, considerando os indicadores CEPEA/ESALQ. É a relação mais desfavorável ao terminador em quase cinco anos. Em outubro de 2021, eram necessárias 10,27

Preços do boi gordo seguem em alta; confira as cotações do dia

O mercado físico do boi gordo continua registrando negociações acima das referências médias, em um ambiente marcado pelo encurtamento das escalas de abate nas principais regiões do país. O analista da consultoria Safras & Mercado Fernando Henrique Iglesias pontua que a tendência de curto prazo ainda aponta para novos reajustes, especialmente nas operações envolvendo frigoríficos de pequeno e médio porte, que enfrentam maior dificuldade para avançar na compra de boiadas. “As indústrias de maior porte permanecem em uma posição relativamente mais confortável, beneficiadas pela oferta de animais provenientes de contratos de parceria e pela utilização de confinamentos próprios para atender às necessidades mais imediatas”, ressalta.

Boi gordo tem mais uma dia de alta e arroba em SP segue próxima de R$ 360

O mercado do boi gordo registrou melhora no ritmo das negociações e alta de R$ 5 por arroba em diversas regiões produtoras nesta terça-feira (22). Segundo levantamento do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), os preços permaneceram firmes, com a arroba chegando a R$ 360 em São Paulo. Veja em primeira mão tudo sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no Google News! Após uma segunda-feira marcada pela baixa liquidez, o mercado apresentou maior movimentação, com compradores e vendedores mais dispostos a fechar negócios. A oferta limitada de animais em algumas regiões também contribuiu para sustentar as cotações.

Lula usa a tribuna da ONU para disputar o voto dos indecisos

Foto: ONU/divulgação A tribuna da ONU é uma das maiores vitrines que um presidente pode ocupar. Nesta terça-feira (22), Lula falou a representantes de outros países, mas sabia que suas palavras também chegariam ao Brasil. E escolheu assuntos que o eleitor brasileiro reconhece de imediato. Ao dizer que o Brasil não cabe no “quintal de ninguém”, criticar a interferência externa em eleições e defender o controle nacional sobre recursos estratégicos, Lula apresentou uma posição diplomática. Ao falar do Pix, das grandes empresas de tecnologia e da proteção das famílias contra as apostas, levou para o mesmo discurso temas do cotidiano. Citou ainda as terras raras,