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Produtor de soja libera armazéns e se prepara para a chegada do milho; saibas as cotações do dia

Produtor de soja libera armazéns e se prepara para a chegada do milho; saibas as cotações do dia


O mercado de soja registrou preços mistos nesta quinta-feira (22), com movimentações mais intensas e presença maior de vendedores. A combinação entre a oscilação do dólar e o desempenho da Bolsa de Chicago influenciou diretamente nas negociações, que voltaram a ganhar ritmo ao longo do dia.

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Segundo o consultor da Safras & Mercado, Rafael Silveira, o produtor tem se mostrado mais ativo, aproveitando os momentos de valorização para liberar espaço nos armazéns e se preparar para a chegada do milho. “As negociações envolveram tanto os portos quanto a indústria, que segue com apetite comprador”, destacou.

Silveira ainda observa que, em diversas regiões, os preços internos estão acima da paridade de exportação, o que reforça o movimento de maior agressividade por parte dos compradores. A movimentação do dólar também ajudou a manter os preços firmes em alguns pontos do país.

Soja no Brasil

  • Passo Fundo (RS): manteve em R$ 130,00
  • Santa Rosa (RS): manteve em R$ 131,00
  • Porto de Rio Grande (RS): manteve em R$ 135,00
  • Cascavel (PR): subiu de R$ 129,00 para R$ 130,00
  • Porto de Paranaguá (PR): caiu de R$ 135,00 para R$ 134,50
  • Rondonópolis (MT): manteve em R$ 115,00
  • Dourados (MS): manteve em R$ 118,50
  • Rio Verde (GO): manteve em R$ 117,00

Soja em Chicago

Na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT), os contratos futuros da soja encerraram o dia em alta para o grão e o farelo, enquanto o óleo teve forte queda. O mercado foi marcado por volatilidade acentuada, impulsionada por fatores técnicos e pela movimentação típica de véspera de feriado prolongado nos Estados Unidos, o Memorial Day, que fecha os mercados na próxima segunda-feira.

A valorização do dólar frente a outras moedas, a retração do petróleo e as exportações norte-americanas abaixo do esperado limitaram os ganhos. Além disso, a emenda em tramitação no Congresso americano que impacta os créditos fiscais do biodiesel pressionou negativamente as cotações do óleo de soja.

As exportações líquidas dos EUA para a safra 2024/25 totalizaram 307.900 toneladas na semana encerrada em 15 de maio, com o México liderando as compras. Para a nova temporada, foram registradas 15.000 toneladas. Os números ficaram dentro da expectativa de analistas, que projetavam embarques entre 250 mil e 700 mil toneladas.

Contratos futuros

O contrato da soja em grão para julho de 2025 subiu 4,75 centavos (0,44%) e fechou em US$ 10,67 1/2 por bushel. A posição agosto de 2025 terminou o dia a US$ 10,62 1/2 por bushel, alta de 3,50 centavos (0,33%).

Entre os derivados, o farelo com vencimento em julho avançou US$ 4,40 (1,49%), encerrando a US$ 298,50 por tonelada. Já o óleo de soja para julho caiu 0,72 centavo (1,44%), fechando a 49,11 centavos de dólar por libra-peso.

Câmbio

O dólar comercial encerrou o dia em alta de 0,35%, cotado a R$ 5,6605 para venda e R$ 5,6585 para compra. A moeda americana oscilou entre R$ 5,5954 na mínima e R$ 5,6804 na máxima do dia.



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