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onde chove, onde terá seca e onde o calor volta a aparecer

onde chove, onde terá seca e onde o calor volta a aparecer


O cenário hídrico nas regiões mais centrais do Brasil segue preocupante. Segundo o mapa, nos próximos dias de julho, a água disponível no solo em áreas como o Centro-Oeste, Matopiba, interior paulista e boa parte de Minas Gerais está, no máximo, em 40%. A ausência prolongada de chuvas é reforçada pela atuação de um sistema de alta pressão no Sudeste, que mantém o tempo firme e seco em grande parte dessas áreas.

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Esse padrão de tempo seco tem favorecido o avanço das atividades com a soja, embora a vegetação, especialmente o capim, já mostre sinais de ressecamento. As plantas, de modo geral, estão ficando mais secas, o que pode impactar a produtividade agrícola em breve.

Em contrapartida, o Norte do país e a faixa leste do Nordeste registram chuvas mais frequentes. No entanto, os volumes, especialmente no Nordeste, têm sido pouco expressivos. Em Roraima, por exemplo, os acumulados entre 70 mm e 80 mm não são ideais para o momento da safra da soja no norte do estado.

E o frio em julho?

A previsão para os próximos dias, entre 13 e 17 de julho, indica a continuidade das chuvas em Roraima, em partes do Norte e na costa leste do Nordeste. Já a região central do país deve seguir sob tempo seco, sem previsão de mudanças.

Outro destaque é a onda de frio que afetou o Sul do Brasil e causou prejuízos na agricultura. Esse evento terminou por volta do dia 4 de julho. Desde então, as manhãs seguem com temperaturas mais baixas, principalmente no interior de São Paulo e no Sul de Minas Gerais.

No período da tarde, o calor volta a ganhar força, especialmente em Minas, Mato Grosso do Sul e interior paulista. Já no Sul e em áreas da metade sul do estado de São Paulo, os dias têm sido mais frescos, com grande amplitude térmica entre manhã e tarde.



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