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Ibovespa recua nesta quarta-feira com pressão de Petrobras e suporte de Vale e bancos

Ibovespa recua nesta quarta-feira com pressão de Petrobras e suporte de Vale e bancos


O Ibovespa operava em queda, mas perto da estabilidade, no fim da manhã desta quarta-feira (13), após abrir sob pressão e chegar a cair 0,89%. O movimento do principal índice da Bolsa brasileira refletia a fraqueza de papéis ligados ao petróleo, como Petrobras, e a alta de ações de mineração, bancos e parte do varejo. No radar do mercado estavam a medida provisória que zerou o imposto federal sobre compras internacionais de até US$ 50, os dados de inflação no Brasil e nos Estados Unidos e a Pesquisa Mensal de Comércio.

Às 11h32 desta quarta-feira (13), o índice caía 0,07%, aos 180.170,44 pontos, depois de ter fechado a terça-feira (12) em baixa de 0,86%, aos 180.342,33 pontos. Na mínima do dia, o Ibovespa chegou a 178.734,42 pontos, com recuo de 0,89%.

A redução das perdas ocorreu em sintonia com a melhora das bolsas de Nova York e com o avanço de ações da Vale, que subiam 1,90%, além de outros papéis ligados ao minério de ferro. O suporte veio da alta da commodity em Dalian, na China. Também houve desempenho positivo de bancos e de algumas varejistas, como Magazine Luiza.

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No cenário macroeconômico, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) informou que as vendas do comércio varejista cresceram 0,5% em março ante fevereiro. No varejo ampliado, a alta foi de 0,3%. Os dados vieram após a divulgação do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de abril, que reforçou a cautela com a trajetória da inflação.

Nos Estados Unidos, o índice de preços ao produtor (PPI, na sigla em inglês) subiu 1,4% em abril sobre março, acima da expectativa de 0,7%, segundo levantamento da FactSet. Para Pedro Moreira, sócio da One Investimentos, o mercado também acompanha o risco geopolítico envolvendo Estados Unidos e Irã. Segundo ele, a combinação entre inflação e conflito aumenta as dúvidas sobre a condução da política monetária.

A medida provisória assinada pelo governo federal na terça-feira (12), que zerou o imposto federal sobre compras internacionais de até US$ 50, também permaneceu no foco. Inicialmente, ações do varejo reagiram negativamente, mas depois moderaram o movimento.

A leitura do mercado, neste momento, combina fatores externos, como inflação e geopolítica, com indicadores domésticos de consumo e juros. Segundo a 4Intelligence, a expectativa segue condicionada à acomodação do preço do petróleo e das expectativas inflacionárias para permitir cortes graduais de 0,25 ponto percentual na taxa Selic nas próximas reuniões do Comitê de Política Monetária (Copom).

Fonte: Estadão Conteúdo

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