O ministro da Agricultura e Pecuária, André de Paula, recebeu nesta quarta-feira (13), em Brasília, o presidente da Associação Brasileira da Indústria de Alimentos e Bebidas (ABIA), João Dornellas, para discutir temas ligados à indústria de alimentos no Brasil. Entre os pontos abordados estiveram o cenário do setor, o uso do termo “ultraprocessados” e a rotulagem frontal em embalagens.
Segundo informações divulgadas pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), a reunião destacou o peso econômico e produtivo da indústria de alimentos e bebidas na cadeia agroindustrial. De acordo com dados apresentados pela ABIA, o setor processa 62% de tudo o que é produzido no campo brasileiro, reúne mais de 42 mil empresas, gera 2,12 milhões de empregos diretos e representa 10,9% do Produto Interno Bruto (PIB) do país.
Durante o encontro, João Dornellas afirmou que a indústria brasileira ampliou sua atuação em mercados com exigências regulatórias e sanitárias específicas. “A indústria brasileira se adaptou a mercados extremamente regulados, atendendo exigências sanitárias e religiosas complexas, como halal e kosher. Isso só foi possível graças ao trabalho técnico desenvolvido pelo Ministério da Agricultura e Pecuária e pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária”, disse o presidente da ABIA.
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A entidade também reforçou a ligação entre indústria e produção primária. Como exemplo, citou o cacau, cuja produção nacional é absorvida majoritariamente pela indústria alimentícia. No comércio exterior, o setor informou que produtos brasileiros chegam hoje a 190 países. A Ásia aparece como principal destino, seguida pelos países da Liga Árabe e pela União Europeia. Entre os mercados individuais, China e Estados Unidos lideram as compras.
Fonte: gov.br
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