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PIB do Brasil cresce 1,1% no primeiro trimestre de 2026

PIB do Brasil cresce 1,1% no primeiro trimestre de 2026


O Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil cresceu 1,1% no primeiro trimestre de 2026 ante o trimestre anterior, com ajuste sazonal, segundo dados divulgados nesta sexta-feira (29) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Na comparação com o mesmo período de 2025, a economia avançou 1,8%. Pela ótica da oferta, a agropecuária registrou alta de 2,0% no período.

Os dados do IBGE mostram que o resultado do trimestre foi sustentado pela demanda interna. O consumo das famílias avançou 1,0% em relação ao trimestre anterior, enquanto a Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF), indicador de investimentos, subiu 3,5%. Com isso, a taxa de investimento alcançou 16,5% do PIB no período.

Na oferta, a indústria cresceu 1,0% na margem, com destaque para a indústria extrativa e a construção civil. O setor de serviços avançou 0,5%, e a agropecuária teve expansão de 2,0%. Esse desempenho coloca o setor rural entre os segmentos que contribuíram para o resultado agregado da economia no início do ano.

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Para o agronegócio, o dado do PIB é acompanhado porque influencia variáveis como renda, consumo doméstico, capacidade de investimento e condições de financiamento. O avanço da FBCF, por exemplo, sinaliza aumento da capacidade produtiva da economia, fator relevante também para cadeias ligadas a máquinas, insumos, armazenagem e infraestrutura.

A Secretaria de Política Econômica (SPE) do Ministério da Fazenda manteve a projeção de crescimento de 2,3% para o PIB em 2026. Segundo a secretaria, a expectativa para os próximos trimestres é de desaceleração moderada no ritmo de expansão, com recuperação mais consistente no segundo semestre.

Na comparação internacional, o Brasil registrou o quarto maior crescimento trimestral entre os países do G20 que já divulgaram dados do primeiro trimestre de 2026, de acordo com as informações citadas no balanço oficial.

Os números do primeiro trimestre indicam continuidade da atividade econômica em 2026, com contribuição da agropecuária e dos investimentos. Ainda assim, o comportamento dos próximos meses dependerá da evolução do consumo, da indústria e das condições monetárias, conforme as projeções oficiais disponíveis.

Fonte: gov.br

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