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oferta crescente mantém cotações sob pressão na semana

oferta crescente mantém cotações sob pressão na semana


O mercado brasileiro de milho segue apresentando alguma retração dos preços ao longo da semana.

De acordo com a consultoria Safras & Mercado, produtores em diversas regiões melhoraram a fixação. É o que acontece, por exemplo, na região dos Campos Gerais no Paraná, em Minas Gerais, São Paulo e Mato Grosso do Sul.

Veja preços da saca de milho hoje

  • Porto de Santos (SP): R$ 78 a R$ 85
  • Porto de Paranaguá (PR): de R$ 78 a R$ 85
  • Cascavel (PR): de R$ 78 a R$ 80
  • Mogiana (SP): de R$ 90 a R$ 92
  • Campinas (SP): de R$ 93 a R$ 95
  • Erechim: de R$ 79 a R$ 81
  • Uberlândia: de R$ 80 a R$ 83
  • Rio Verde (GO): de R$ 79 de R$ 82
  • Rondonópolis: de R$ 82 a R$ 85

Milho em Chicago

A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fechou a sessão de hoje com baixa nos preços dos contratos de milho. O mercado foi pressionado pela perspectiva de aumento na área de plantio dos Estados Unidos em 2025.

A fraqueza do dólar frente a outras moedas correntes e a previsão de um corte nos estoques trimestrais do cereal na posição 1º de março, contudo, limitaram quedas mais expressivas nos preços.

Os investidores ainda avaliaram o resultado das vendas semanais de milho dos EUA, que ficou dentro do esperado. No relatório de intenção de plantio de 31 de março, o USDA deve indicar área maior que os 94 milhões de acres apontados na estimativa divulgada em fevereiro, durante o Fórum Anual do Departamento.

Pesquisa realiza pela agência Dow Jones indica que o mercado está apostando em número de 94,165 milhões de acres, enquanto a Agência Reuters projeta uma área de 94,361 milhões de acres.

No ano passado, os americanos semearam 90,594 milhões de acres de milho. A média das projeções oscila entre 90,4 milhões e 96,6 milhões de acres.

Os estoques trimestrais norte-americanos de milho na posição 1o de março de 2025 deverão ficar abaixo do número indicado pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) em igual período do ano passado.

A projeção é de analistas e corretores entrevistados pelas agências internacionais, que indicam estoques trimestrais de 8,195 bilhões de bushels.

O relatório trimestral será divulgado às 13hs da segunda-feira (31). Em igual período do ano anterior, o número era de 8,352 bilhões de bushels.

As vendas líquidas norte-americanas de milho para a temporada comercial 2024/25, que tem início no dia 1º de setembro, ficaram em 1.039.600 toneladas na semana encerrada em 20 de março. O Japão liderou as compras, com 415.300 toneladas.

Analistas esperavam exportações entre 600 mil e 1,7 milhão de toneladas.

Na sessão desta quinta-feira (27), os contratos de milho com entrega em maio de 2025 fecharam a US$ 4,50 por bushel, baixa de 1,25 centavo de dólar, ou 0,27%, em relação ao fechamento anterior. A posição julho de 2025 fechou a sessão a US$ 4,58 por bushel, recuo de 1 centavo de dólar, ou 0,21%, em relação ao fechamento anterior.



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