USD: R$ -- EUR: R$ -- BTC: R$ -- USD: R$ -- EUR: R$ -- BTC: R$ --
Navegando:
BNDES eleva aprovações de crédito no Piauí para R$ 192,3 milhões

BNDES eleva aprovações de crédito no Piauí para R$ 192,3 milhões


O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) aprovou R$ 192,3 milhões em crédito para o Piauí no primeiro trimestre de 2026, segundo dados divulgados pela instituição. O volume representa alta de 158,7% em relação ao mesmo período de 2025, quando o total ficou em R$ 74,3 milhões. Entre os setores atendidos, a agropecuária respondeu por R$ 49,5 milhões em aprovações.

Os recursos aprovados no estado foram distribuídos entre agropecuária, com R$ 49,5 milhões, comércio e serviços, com R$ 46,6 milhões, indústria, com R$ 5,9 milhões, e infraestrutura, com R$ 90,3 milhões. No mesmo intervalo, os desembolsos do banco para o Piauí somaram R$ 109,5 milhões.

As micro, pequenas e médias empresas concentraram R$ 129,8 milhões do total aprovado no estado, valor 143,1% acima dos R$ 53,4 milhões registrados no primeiro trimestre de 2025. Para o ambiente produtivo rural, esse movimento amplia a disponibilidade de capital para investimento, custeio e modernização, embora o material divulgado não detalhe as linhas de crédito nem o perfil dos projetos financiados na agropecuária piauiense.

Quer ficar por dentro da previsão do tempo e dos alertas meteorológicos? Acesse a página do tempo do Canal Rural e planeje-se!

Em nota, o presidente do BNDES, Aloizio Mercadante, afirmou que o banco vem ampliando o acesso ao crédito e apoiando iniciativas ligadas à produtividade, à infraestrutura e à inovação. Ele citou, no Piauí, o programa Sertão Vivo, voltado a 37 mil famílias de agricultores do semiárido, além de ações na Bacia do Parnaíba com foco em recuperação ambiental, revitalização hídrica e geração de renda.

No Nordeste, as aprovações de crédito alcançaram R$ 3,38 bilhões no primeiro trimestre de 2026, alta de 98,2% na comparação anual. Desse total, a agropecuária respondeu por R$ 623,6 milhões. No resultado nacional, o BNDES informou aprovações de R$ 45,7 bilhões no trimestre e desembolsos de R$ 36,2 bilhões, com R$ 9,1 bilhões destinados ao setor agropecuário.

Os dados indicam expansão da oferta de crédito no estado e na região, com participação direta da agropecuária e de empresas de menor porte. Sem detalhamento adicional sobre taxa, prazo e modalidade das operações no Piauí, a dimensão prática dos efeitos sobre produtores e cadeias agropecuárias dependerá da execução dos projetos aprovados e do ritmo de liberação dos recursos ao longo de 2026.

Fonte: agenciadenoticias.bndes.gov.br

O post BNDES eleva aprovações de crédito no Piauí para R$ 192,3 milhões apareceu primeiro em Canal Rural.



Source link

Assine nossa Newsletter

Sinta-se no campo com as notícias mais atualizadas sobre o universo do agronegócio.

Sem spam, você pode cancelar a qualquer momento.


Notícias Relacionadas

Arroba do boi gordo: confira como os preços iniciaram a semana em 9 estados

Foto: Raquel Brunelli/Embrapa O mercado físico do boi gordo volta a se deparar com negociações acima da referência média, com os frigoríficos ainda encontrando dificuldade na composição de suas escalas de abate. Segundo o analista da consultoria Safras & Mercado Fernando Henrique Iglesias, o ritmo de embarques apresenta importante declínio no decorrer do mês, algo já esperado com o esgotamento precoce da cota de 1,1 milhão de toneladas de carne brasileira destinada à China. Veja em primeira mão tudo sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no Google News! “Já o mercado interno permanece fragilizado, com preços da carne ainda em

Mapa estuda ampliar acesso de compradores à plataforma Agro Brasil+Sustentável

O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) estuda criar um mecanismo para permitir que compradores, tradings e outros agentes autorizados consultem diretamente os relatórios emitidos pela plataforma Agro Brasil+Sustentável (AB+S). A ferramenta foi desenvolvida para comprovar a conformidade ambiental das propriedades rurais brasileiras. A informação foi divulgada nesta segunda-feira (20) pela coordenadora-geral de Sustentabilidade e Regulação da Secretaria de Comércio e Relações Internacionais do Mapa, Adriane Cruvinel, durante webinar promovido pelo Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável. Pela proposta em análise, o produtor poderá autorizar o compartilhamento das informações da plataforma com terceiros interessados, como empresas exportadoras e importadores. Segundo Adriane Cruvinel, está em

El Niño reforça necessidade de planejamento na formação de pastagens, alerta especialista

Foto: Reprodução. A confirmação de um fenômeno El Niño atípico e agressivo, com previsão de seca severa, reforça a necessidade urgente de planejamento integrado para evitar prejuízos na formação de pastagens. Em entrevista ao Giro do Boi, a zootecnista Lara Moura, mestranda em forragicultura e pastagens e coordenadora de pesquisa e desenvolvimento da SBS Green Seeds, destacou que o pecuarista precisa agir no auge da seca, já que a previsão de retorno consistente das chuvas na maior parte do país é apenas para setembro, outubro e novembro. Confira a entrevista completa: Segundo Moura, deixar para adquirir sementes e corretivos na última hora inflaciona os custos

Antimicrobianos serão proibidos? Arroba será afetada? Como fica o pecuarista? Scot responde

Foto: Divulgação l Scot Consultoria O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) vai proibir o uso de antimicrobianos no gado brasileiro a pedido da União Europeia? Quem vai vencer essa briga: indústria farmacêutica ou frigoríficos? Como fica o pecuarista no meio desta batalha? Como fica o preço do gado? Segundo o CEO da Scot Consultoria, Alcides Torres, o Mapa deve vetar a utilização dessas substâncias no gado apenas se os pecuaristas não atenderem as regras já estabelecidas em relação aos antimicrobianos. Algumas das substâncias que já são proibidas são a virginiamicina, avoparcina, Bacitracina, Bacitracina de Zinco e Bacitracina Metileno Disalicilato. Vale lembrar que a União Europeia

Custo menor da alimentação sustenta margens do confinamento no 3º trimestre

O confinamento bovino deve manter margens elevadas no terceiro trimestre de 2026, segundo análise trimestral do Índice de Custo Alimentar Ponta (Icap). A avaliação considera a redução esperada nos custos de alimentação com o avanço da colheita da safrinha de milho e da safra de cana-de-açúcar, fatores que ganham peso na composição da rentabilidade da atividade. De acordo com o estudo, a colheita da safrinha tende a ampliar o alívio nos custos dos ingredientes energéticos, principalmente no Centro-Oeste. No Sudeste, a safra canavieira deve elevar a participação do bagaço de cana nas dietas dos bovinos, aumentando a competitividade regional. O relatório aponta, por outro lado,

Uso da palavra “mel” em rótulos avança na Câmara

A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou o projeto de lei que proíbe o uso da palavra “mel” no rótulo de produtos alimentícios que não contenham, em sua composição, uma quantidade mínima de mel de abelha a ser definida em regulamento do Poder Executivo. A proposta ainda será analisada pelo Plenário da Câmara e, depois, pelo Senado. O texto aprovado altera o Decreto-Lei 986/69, que institui normas básicas sobre alimentos. Na comissão, o relator, deputado Diego Garcia (União-PR), apresentou parecer favorável ao substitutivo aprovado anteriormente pela Comissão de Saúde ao Projeto de Lei 5653/20, de autoria do

Reino Unido mantém importação de carnes do Brasil

Foto: Freepik O Reino Unido, formado por Inglaterra, Escócia, País de Gales e Irlanda do Norte, anunciou nesta sexta-feira (17), após reuniões entre o governo e entidades do setor de carnes, que continuará comprando proteínas animais do Brasil independentemente da decisão de bloqueio da União Europeia, da qual não faz mais parte desde 2020. O bloco anunciou que a partir de 3 de setembro pode interromper as compras de produtos de origem animal brasileiros, o que também inclui ovos e mel, pelo fato de o país não atender suas exigências de controle do uso de antimicrobianos na produção. Entretanto, conforme informações da Associação Internacional de

Boi/Cepea: Queda de braço entre indústria e pecuaristas trava preços da arroba

Foto: Marcos Santos/USP Imagens O mercado do boi gordo continua travado por causa de uma queda de braço entre frigoríficos e produtores, conforme análise do Cepea. Diante disso, o mercado físico encerrou a última semana com baixa liquidez, mas com avanço nos preços na maior parte das praças pesquisadas. Veja em primeira mão tudo sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no Google News! Enquanto a indústria tenta reduzir os preços diante das vendas enfraquecidas de carne bovina, os pecuaristas seguram a oferta de animais na expectativa de negociações mais favoráveis, cenário sustentado pela disponibilidade restrita de boiadas prontas para

Convenções partidárias marcam início do calendário eleitoral; saiba mais

As convenções partidárias para as eleições de 2026 começam nesta segunda-feira (20) em todo o país As convenções partidárias para as eleições de 2026 começam nesta segunda-feira (20) em todo o país. O período, que segue até 5 de agosto, é destinado à definição dos candidatos que disputarão os cargos eletivos em outubro, além da formalização de coligações e alianças partidárias. Após a realização das convenções, os partidos terão até o dia 16 de agosto para registrar oficialmente as candidaturas na Justiça Eleitoral. No dia seguinte, 17 de agosto, terá início a campanha eleitoral, quando passam a ser permitidas a propaganda nas ruas, na internet

Mercado de carbono inclui produção rural no sistema brasileiro de emissões

A criação do Sistema Brasileiro de Comércio de Emissões de Gases de Efeito Estufa (SBCE), instituído pela Lei nº 15.042/2024, incorporou a produção rural como fornecedora de créditos de carbono no país. A medida avançou com articulação da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) e coloca a agropecuária entre os segmentos aptos a participar do mercado regulado de carbono. Estudo divulgado pela PwC Brasil no ano passado apontou que o Brasil pode gerar 370 milhões de toneladas em créditos de carbono com o SBCE. Segundo a consultoria, esse mercado tem potencial para movimentar R$ 1 trilhão e gerar cerca de 3 milhões de empregos. Entre os