USD: R$ -- EUR: R$ -- BTC: R$ -- USD: R$ -- EUR: R$ -- BTC: R$ --
Navegando:
Câmara pelo Brasil agenda debates regionais sobre jornada de trabalho, misoginia e regras do MEI

Câmara pelo Brasil agenda debates regionais sobre jornada de trabalho, misoginia e regras do MEI


O programa Câmara pelo Brasil realizará, ao longo de maio e no início de junho, uma série de seminários regionais para discutir propostas em análise na Câmara dos Deputados. A agenda inclui debates sobre a redução da jornada semanal de trabalho e o fim da escala 6×1, o Projeto de Lei (PL) 896/23, conhecido como PL da Misoginia, e o Projeto de Lei Complementar (PLP) 108/21, que trata das regras do microempreendedor individual (MEI).

Os encontros sobre jornada de trabalho vão tratar das Propostas de Emenda à Constituição (PECs) 221/19 e 8/25. A primeira, de autoria do deputado Reginaldo Lopes (PT-MG), prevê a redução gradual da jornada de 44 para 36 horas semanais em dez anos. A segunda, apresentada pela deputada Erika Hilton (Psol-SP), propõe jornada de quatro dias por semana, limitada a 36 horas.

Segundo a programação divulgada, os seminários ocorrerão nesta quinta-feira (14), em São Paulo, às 9h30, no Palácio do Trabalhador; na sexta-feira (15), em Porto Alegre, também às 9h30; no sábado (16), em São Luís, às 10 horas; em 21 de maio, em Belo Horizonte; e em 22 de maio, em Manaus. Participam ministros, deputados e representantes sindicais, entre eles o ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, e integrantes da comissão especial instalada no fim de abril.

Acompanhe os preços das principais commodities do agro, como soja, milho e boi, com atualização direta das principais praças do Brasil: acesse a página de cotações do Canal Rural!

As duas PECs avançaram recentemente na tramitação. Em abril, a Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania aprovou a admissibilidade dos textos, que agora estão sob análise de uma comissão especial. Esse estágio define o debate técnico sobre conteúdo, alcance e possíveis mudanças antes de eventual votação.

A programação também prevê, em 29 de maio, em São Paulo, debate sobre o PL 896/23, relatado no grupo de trabalho coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP). O texto equipara a misoginia ao crime de racismo, com pena de reclusão de dois a cinco anos.

No dia 1º de junho, será discutido o PLP 108/21, que trata do enquadramento do MEI. Até o momento, o material divulgado informa que a comissão especial deve discutir alterações em regras de faturamento e enquadramento, mas não detalha os novos limites propostos.

Os seminários devem servir de base para consolidar posições políticas e técnicas sobre temas com efeitos sobre relações de trabalho, tipificação penal e atividade de pequenos negócios. O andamento das propostas dependerá das conclusões das comissões especiais e da definição de pauta da Câmara dos Deputados.

Fonte: camara.leg.br

O post Câmara pelo Brasil agenda debates regionais sobre jornada de trabalho, misoginia e regras do MEI apareceu primeiro em Canal Rural.



Source link

Assine nossa Newsletter

Sinta-se no campo com as notícias mais atualizadas sobre o universo do agronegócio.

Sem spam, você pode cancelar a qualquer momento.


Notícias Relacionadas

Brasil alcançou maturidade institucional para atrair projetos ferroviários, diz secretário

O secretário nacional de transporte ferroviário do Ministério dos Transportes, Leonardo Cezar Ribeiro, afirmou nesta quarta-feira (30) que o Brasil atingiu um novo patamar institucional para atrair projetos de infraestrutura. Durante fórum da Câmara Espanhola de Comércio no Brasil, ele disse que o país reúne segurança jurídica, atuação regulatória e instrumentos capazes de sustentar a expansão ferroviária. Segundo Ribeiro, o setor ferroviário vive um momento de execução simultânea de oito empreendimentos totalmente novos, os chamados greenfields. Ao citar esse volume de obras em andamento, o secretário destacou que o movimento tem sido puxado pelo setor privado. Entre os projetos mencionados estão a Ferrovia de Integração

Cota de carne bovina do Brasil na China é esgotada e sobretaxa começa em três dias

O volume de carne bovina importado pela China sob o mecanismo de salvaguarda comercial atingiu 100% do limite destinado ao Brasil na terça-feira (29). Com isso, as compras que excederem a cota anual de 1,106 milhão de toneladas para 2026 passarão a sofrer tarifa adicional de 55% a partir do terceiro dia subsequente ao esgotamento do teto, segundo o Ministério do Comércio da China. A medida está prevista no Anúncio nº 87/2025 do Ministério do Comércio da China. Com o fim da cota, a sobretaxa temporária será aplicada aos volumes que ultrapassarem o limite anual. Essa cobrança será somada à tarifa de importação de 12%

FPA diz que relatório da MP das dívidas rurais mantém barreiras à renegociação

A apresentação do relatório da Medida Provisória 1.376/2026, nesta segunda-feira (29), abriu os primeiros passos da análise da proposta que trata da renegociação das dívidas rurais. Na avaliação da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), o texto trouxe avanços pontuais, mas manteve obstáculos para o acesso dos produtores às linhas de repactuação. Segundo a FPA, o principal impasse permanece na comprovação de perdas exigida para enquadramento dos produtores elegíveis. A bancada afirma que o pedido de simplificação dos laudos agronômicos não foi atendido pelo relator, deputado Paulo Pimenta (PT-RS), o que preserva a exigência de documentos que, na avaliação do grupo, dificultam a adesão à medida.

‘Grande passo’, diz Tereza Cristina sobre sanção da nova lei do seguro rural

Autora do projeto que deu origem à nova lei do seguro rural, a senadora Tereza Cristina (PP-MS) afirmou nesta quarta-feira (30) que a sanção representa um avanço para ampliar a segurança dos produtores diante das perdas no campo. Veja em primeira mão tudo sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no Google News! A Lei nº 15.526/2026 foi sancionada na terça-feira (29) e publicada nesta quarta no Diário Oficial da União (DOU). A norma tem origem no Projeto de Lei (PL) 2.951/2024, apresentado pela senadora, e estabelece novas regras para o seguro rural no país. “Temos muito ainda a avançar,

Novo marco do Seguro Rural é sancionado e destrava fundo de catástrofe

O projeto de lei que moderniza o Seguro Rural no Brasil foi sancionado e publicado no Diário Oficial nesta quarta-feira (30). A nova legislação altera regras do Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR), viabiliza a operacionalização do fundo de catástrofe e estabelece novos parâmetros para contratação e pagamento de sinistros. A proposta foi tratada como prioridade da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) em 2026. No Senado, a autoria é da vice-presidente da FPA, senadora Tereza Cristina (PP-MS). Na Câmara dos Deputados, a relatoria ficou com o presidente da bancada, deputado Pedro Lupion (Republicanos-PR). Segundo Lupion, a lei reúne medidas voltadas à gestão

Rebanho bovino recua para 234,3 milhões de cabeças em 2025

O rebanho bovino brasileiro somou 234,3 milhões de cabeças em 2025, queda de 1,7% na comparação com 2024 e o menor nível desde 2022. Os dados foram divulgados nesta quarta-feira (30) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), na Pesquisa da Pecuária Municipal (PPM) 2025. Segundo o levantamento, foi a segunda retração anual consecutiva do efetivo bovino no país. O IBGE atribuiu a redução ao aumento do abate nos últimos quatro anos, com destaque para as fêmeas. Mesmo com a queda, o Centro-Oeste permaneceu com o maior rebanho do país, com 72,2 milhões de cabeças, o equivalente a 30,8% do total, embora tenha registrado

o acerto de contas que espera o Brasil

A eleição vai terminar. Os problemas que ela ajudou a agravar continuarão. Quem assumir a Presidência em janeiro terá de enfrentar um acerto de contas com decisões tomadas, despesas assumidas e conflitos que o Brasil vem adiando. Minha preocupação é com a distância entre o discurso de campanha e as condições para governar em 2027. Prometer é uma coisa. Financiar as promessas, recuperar a confiança nas instituições e preservar a capacidade de investimento exigem escolhas que dificilmente aparecem no palanque. Para o agronegócio, essa discussão precisa começar agora. O produtor toma decisões antes de conhecer o resultado da safra. Compra insumos, contrata crédito e compromete

Novo marco do Seguro Rural é sancionado e viabiliza fundo de catástrofe

O novo marco legal do Seguro Rural foi sancionado nesta quarta-feira (30) e publicado no Diário Oficial. A lei moderniza o sistema, altera regras do Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR) e viabiliza a operacionalização do fundo de catástrofe. A proposta foi tratada como prioridade pela Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) em 2026. Entre os principais pontos da nova legislação está a reestruturação do fundo de catástrofe. O mecanismo já existia em lei, mas não operava por causa de exigências de aporte que limitavam a participação da União como cotista. Com a sanção, passam a existir novas opções de fontes de recursos

Mapa reconhece oficialmente a raça bovina Bravon

O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) reconheceu oficialmente a raça bovina Bravon e autorizou a Associação Nacional de Criadores HerdBook Collares (ANC) a realizar os trabalhos de registro genealógico desses animais no Brasil. A medida foi publicada no Diário Oficial da União (DOU) por meio da Portaria nº 1.691. A entrega do certificado de reconhecimento oficial da raça à ANC ocorreu em cerimônia realizada na sexta-feira (25), com a participação do secretário-executivo do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), Cleber Soares. Segundo o Mapa, a mesma norma que formalizou o reconhecimento da raça também autorizou a entidade a conduzir o registro genealógico dos bovinos

Boi gordo ultrapassa R$ 360 em SP e sobe de forma consistente em outras praças

O mercado físico do boi gordo manteve trajetória de valorização nesta terça-feira (29), com novos reajustes registrados em importantes regiões produtoras. Segundo o analista da consultoria Safras & Mercado Fernado Henrique Iglesias, as escalas de abate permanecem concentradas entre seis e sete dias úteis, mantendo o viés de alta no curto prazo. “A pressão continua mais evidente entre frigoríficos de pequeno e médio porte, que enfrentam maior dificuldade para completar suas programações. As grandes indústrias ainda operam em situação mais confortável, apoiadas por animais provenientes de contratos de parceria e pela utilização de confinamentos próprios”, salienta. De acordo com ele, mesmo após os avanços recentes