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Entenda as diferenças entre pastejo rotacionado e ultradenso

Entenda as diferenças entre pastejo rotacionado e ultradenso


O manejo do gado por meio de sistemas de pastejo intensivo se destaca como a chave para aumentar a lotação e a rentabilidade por hectare.

A dúvida do pecuarista João José Ribeiro, de Gurupi (TO), sobre as diferenças entre o pastejo rotacionado e o pastejo ultradenso envolve duas filosofias distintas de intensificação.

No quadro “Giro do Boi Responde”, do programa Giro do Boi, o engenheiro agrônomo Marcius Gracco, da Intensifique Consultoria, informa que, embora ambos os sistemas busquem o aumento de produtividade, a forma de uso da área e o foco do manejo são diferentes.

Segundo ele, o pastejo rotacionado é considerado a principal aposta da pecuária nacional para intensificar a produção.

Confira:

Diferenças entre os sistemas de pastejo

A diferença fundamental do pastejo rotacionado em relação aos sistemas contínuo e alternado é o controle. Este sistema exige a divisão da propriedade em vários piquetes, respeitando a fisiologia da planta, ou seja, a altura ideal de entrada e saída da forrageira.

No pastejo rotacionado, o principal objetivo é respeitar a fisiologia da planta e aumentar a lotação. Os animais permanecem um período maior no piquete, geralmente de dois a três dias, garantindo o descanso necessário para o pasto.

Em contraste, o pastejo ultradenso adota uma filosofia diferente, buscando altas lotações instantâneas por um período curto, utilizando o resíduo do animal para fertilizar a área.

Recomendações para pecuaristas

A principal recomendação do especialista, independentemente do sistema escolhido, é respeitar a fisiologia da planta. Quando pastejada, a planta utiliza os carboidratos da raiz para emitir novas folhas, devolvendo o carboidrato à raiz por meio da fotossíntese. Desrespeitar esse ciclo pode prejudicar a alta produtividade.

Com o pastejo rotacionado, os pecuaristas podem atingir médias de lotação muito elevadas. Partindo de uma média de 0,8 a 1,5 Unidade Animal (UA) por hectare no sistema convencional, é possível alcançar, em áreas adubadas e irrigadas no verão, até quinze Unidades Animais por hectare.

Com informações de: girodoboi.canalrural.com.br.

Publicado com auxílio de inteligência artificial e revisão da Redação Canal Rural.



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