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Ibovespa fecha em queda, enquanto dólar comercial sobe para R$ 5,04

Ibovespa fecha em queda, enquanto dólar comercial sobe para R$ 5,04


O mercado financeiro encerrou nesta sexta-feira (29) com queda de 0,73% do Ibovespa, aos 173.787,49 pontos, e alta de 0,22% do dólar comercial, cotado a R$ 5,0429 na venda. O volume negociado na bolsa somou R$ 46,67 bilhões. No mesmo fechamento, o CDI ficou em 14,40% ao ano, em linha com a taxa over, enquanto os índices norte-americanos fecharam em alta.

Na B3, o Ibovespa oscilou entre máxima estável de 175.064 pontos e mínima de 172.686 pontos, com variação mensal negativa de 7,22% e ganho acumulado de 7,86% em 2026. O Ibovespa futuro para julho terminou em queda de 0,36%, aos 174.830 pontos, após máxima de 176.315 e mínima de 173.690 pontos.

Entre as ações de maior peso, Petrobras PN caiu 1,2%, a R$ 42,00, e Petrobras ON recuou 1,7%, a R$ 46,73. Vale ON e Vale PNA fecharam ambas a R$ 82,82, com perda de 1,36%. MBRF ON, empresa ligada ao setor de proteína animal, caiu 1,72%, a R$ 16,01. Itaú Unibanco PN subiu 0,1%, a R$ 40,04, e Ambev ON avançou 0,18%, a R$ 16,32.

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No câmbio, o dólar comercial encerrou a R$ 5,0424 na compra e R$ 5,0429 na venda. O dólar Ptax ficou em R$ 5,0569 na venda, com alta de 0,1%, e o dólar futuro para julho marcou R$ 5,0755, com recuo de 0,06%. O euro comercial fechou a R$ 5,8830 na venda, com avanço de 0,38%.

Nos juros, o CDB prefixado de 30 dias indicou 14,32% ao ano, enquanto o CDI e a taxa over ficaram em 14,40% ao ano. Os dados de capital de giro e hot money não foram informados no fechamento divulgado.

Para o setor agropecuário, câmbio e juros são referências centrais na formação de custos financeiros, no crédito e na competitividade das exportações. Ainda assim, o fechamento apresentado não detalha efeitos imediatos por cadeia produtiva, praça ou commodity específica.

Os números desta sessão oferecem uma referência para a precificação de negócios no campo, especialmente em operações expostas ao dólar e ao custo do capital. Sem dados adicionais sobre commodities, fretes ou crédito rural nesta divulgação, não é possível definir um efeito setorial mais preciso além do ambiente financeiro geral.

Fonte: Estadão Conteúdo

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