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Boi gordo: negativa da União Europeia já traz reflexos nos preços; veja cotações

Boi gordo: negativa da União Europeia já traz reflexos nos preços; veja cotações


Imagem gerada por IA

O mercado físico do boi gordo apresentou maior lentidão nesta terça-feira (12), visto que a indústria tem feito tentativas pontuais de compra em níveis mais baixos de preço.

Segundo o analista da consultoria Safras & Mercado Fernando Henrique Iglesias, o setor segue envolto de notícias conflitantes.

“Desta vez foi o anúncio da União Europeia, que a partir de setembro não comprará mais produtos de origem animal do Brasil por conta das incertezas quanto ao uso de antimicrobianos. A tendência é que o Brasil cumpra as pendências documentais e consiga evitar a suspensão”, destaca.

O especialista também pontua o caso dos Estados Unidos. “Aparentemente houve recuo por parte do presidente Donald Trump em sua tentativa de aumentar importações de carne bovina após o descontentamento de grupos de pecuaristas locais.”

Preços médios da arroba do boi

  • São Paulo: R$ 349,67 — ontem: R$ 350,83
  • Goiás: R$ 330,54 — ontem: R$ 332,50
  • Minas Gerais: R$ 334,71 — ontem: R$ 339,41
  • Mato Grosso do Sul: R$ 348,86 — ontem: R$ 349,43
  • Mato Grosso: R$ 357,50 — ontem: R$ 356,89

Mercado atacadista

O mercado atacadista se depara com acomodação dos preços da carne bovina. O ambiente de negócios sugere por menor espaço para reajustes nos próximos dias, em linha com um perfil de consumo menos aquecido durante a segunda quinzena do mês.

Além disso, a competitividade em relação às proteínas concorrentes segue problemática, em especial na comparação com a carne de frango.

  • Quarto traseiro: ainda é precificado a R$ 27,50 por quilo;
  • Quarto dianteiro: permanece a R$ 21,50 por quilo;
  • Ponta de agulha: foi cotada a R$ 20,00 por quilo.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão com alta de 0,03%, sendo negociado a R$ 4,8933 para venda e a R$ 4,8913 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 4,8893 e a máxima de R$ 4,9153.

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