O GPA informou nesta quarta-feira (14) prejuízo líquido de R$ 1,347 bilhão nas operações continuadas no primeiro trimestre de 2026. No mesmo período de 2025, a perda havia sido de R$ 93 milhões. Segundo a companhia, o resultado foi impactado principalmente por efeitos não recorrentes e sem efeito caixa, que somaram R$ 1,014 bilhão no trimestre.
De acordo com o balanço, os principais efeitos extraordinários vieram da baixa de crédito no exterior, no valor de R$ 588 milhões. A empresa também registrou baixas relacionadas a softwares, fundo de comércio, outros ativos e impairment de lojas. Sem esses eventos, o prejuízo líquido continuado ajustado teria ficado em R$ 333 milhões.
A receita líquida somou R$ 4,3 bilhões entre janeiro e março, queda de 8,2% em relação ao mesmo trimestre do ano anterior. O recuo, segundo o GPA, refletiu a descontinuação do formato Aliados, mudanças no portfólio de lojas e a estratégia de priorizar canais mais rentáveis no comércio eletrônico. Ainda assim, as vendas em mesmas lojas cresceram 0,6% no período.
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Na geração operacional, o Ebitda ajustado consolidado alcançou R$ 458 milhões, alta de 12% na comparação anual. Com isso, a margem Ebitda ajustada avançou 1,9 ponto porcentual, para 10,5%.
Já o resultado financeiro líquido, após IFRS 16, ficou negativo em R$ 382 milhões, piora de 20% em um ano. A companhia atribuiu o aumento das despesas financeiras à alta da taxa Selic e ao avanço dos custos com garantias ligadas a contingências.
Os investimentos também recuaram. O capex ajustado caiu 54,8%, para R$ 87 milhões, com menor ritmo de expansão de lojas e redução de aportes em tecnologia da informação e logística.
Fonte: Estadão Conteúdo
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