O ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou nesta sexta-feira (29) que o resultado do Produto Interno Bruto (PIB) do primeiro trimestre de 2026 sustenta a projeção de crescimento de 2,3% para o ano, estimada pela Secretaria de Política Econômica (SPE). Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a economia brasileira avançou 1,1% na comparação com o quarto trimestre de 2025 e 1,8% ante o primeiro trimestre do ano passado.
O dado divulgado pelo IBGE ficou em linha com a mediana das estimativas de analistas consultados pelo Projeções Broadcast. Para a comparação trimestral, as previsões variavam de 0,6% a 1,7%. Já na base anual, o intervalo projetado ia de 1,1% a 3,0%.
Em manifestação publicada na rede X, Durigan disse que, se a estimativa oficial for confirmada, 2026 poderá marcar o quarto ano consecutivo com crescimento do PIB acima de 2%. O ministro também associou o desempenho à política econômica adotada pelo governo federal.
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Entre os componentes citados pelo ministro, o principal destaque foi a formação bruta de capital fixo, que registrou expansão de 3,5% em relação ao trimestre anterior. Segundo ele, a taxa de investimento alcançou 16,5% do PIB no período. Esse indicador é acompanhado pelo mercado por sinalizar o ritmo de ampliação da capacidade produtiva da economia.
Para o público do agronegócio, o resultado do PIB funciona como referência do ambiente econômico mais amplo, com efeitos sobre consumo, renda, decisões de investimento e condições gerais de financiamento. No entanto, o conteúdo disponível não detalha, nesta divulgação, o desempenho específico da agropecuária nem apresenta recortes sobre cadeias produtivas, crédito rural ou renda no campo.
Sem a abertura setorial completa no material fornecido, não é possível afirmar, neste momento, quais segmentos do agro contribuíram mais para o resultado agregado do trimestre.
O dado do primeiro trimestre reforça a projeção oficial de crescimento para 2026, mas a avaliação dos efeitos mais diretos sobre o setor agropecuário depende da abertura setorial do PIB e de indicadores complementares, como investimento, crédito, consumo e comércio exterior ao longo dos próximos meses.
Fonte: Estadão Conteúdo
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