Milho safrinha teve área diminuída pela metade e sofre com ataques de lagartas, diz presidente da Aprosoja do Estado
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A coragem que falta ao Brasil para controlar o déficit público
Enquanto famílias e empresas cortam custos para sobreviver à inflação, Brasília opera sob uma lógica de imunidade fiscal absoluta. Gasta-se mais, a máquina pública cresce e a conta explode sobre quem não decidiu: o contribuinte brasileiro. Buffett sugeriu que, nos Estados Unidos, o déficit seria resolvido em “cinco minutos” se os parlamentares americanos perdessem o direito de reeleição sempre que o rombo ultrapassasse um determinado limite. Déficits persistentes decorrem da ausência de punição para quem produz desequilíbrios. Sem consequência, não existe responsabilidade. O fim da criatividade política No Brasil, a lógica é invertida. Quanto maior o desequilíbrio, maior a criatividade política para empurrar o problema
















